“Como veem, a fé por si mesma, a menos que produza boas obras, está morta”. Tiago 2.17
No início da
igreja em Jerusalém, o apóstolo Tiago foi um exemplo corajoso, um pilar de
liderança e pastoreio na comunidade de fé, até ser martirizado, por amor a Jesus
Cristo e à Sua missão.
A carta que
leva o seu nome está repleta de assuntos práticos de grande importância para a
fé cotidiana. Alguém resumiu que seus ensinos “são como um soco no estômago” fazendo
com que discípulos genuínos se dobrem em sábia oração diante do Pai e ações
amorosas pelas pessoas.
Nossa série
capta esse desafio pessoal e comunitário que nos faz perguntar: Eu demonstro em
minha vida uma fé que ora e age? A comunidade a que pertenço revela uma fé viva
e atuante? Por óbvio, o contrário de fé autêntica, é uma fé falsa e enganosa. É
um cristianismo esvaziado do Cristo. Nas palavras de Tiago, uma fé “morta”,
inútil e sem sentido.
De acordo
com a tradição, o apóstolo foi apelidado de “Tiago,
joelhos de camelo” por causa dos calos de muitos anos dedicados à constante
oração. A vida e os escritos deste apóstolo nos inspiram a orar, mas também nos
chamam a amar de forma prática. O Rev. John Stott, ao comentar a carta afirma: “A Palavra de Deus deve ser ouvida, aceita e
obedecida. Enquanto isso não acontece, não há verdadeiro discipulado”.
Nossos dias
gritam por exemplos. Pedem em desespero por coerência nas palavras e na vida.
Será que realmente desejamos ser a resposta que ora e ama com a fé genuína nos
desafia hoje?
Pr. Zé







