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segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Alegria para todo o povo - ADVENTO 2024


“Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor”. 
Lucas 2.10b-11

Advento significa chegada, mas você provavelmente já sabia isso. O período do Advento é um tempo dedicado a lembrar a chegada de Jesus em Sua Encarnação e a aguardar ansiosamente Seu futuro retorno. O Advento é radicalmente centrado em Cristo; Ele é Aquele que está chegando. Então, qual é o nosso papel? Como reagimos à notícia da chegada de Jesus?

Nós nos preparamos. Portanto, prepare-se para responder a Deus com alegria!

Veja como a chegada de Jesus impactou a vida das pessoas ao Seu redor. Foram necessárias várias visitas angelicais para preparar José e Maria. Com uma compreensão apenas parcial, Zacarias e Isabel estavam se preparando para Jesus, antecipando o nascimento de João Batista - cuja própria mensagem se tornaria: “Preparem o caminho do Senhor! ” (veja Mateus 3.3). É muita preparação!

Quando pedi minha esposa em casamento, fiz preparativos durante meses porque esperava que fosse um momento significativo. Quando estávamos esperando o nascimento de cada um de nossos filhos, fizemos os preparativos adequados para recebê-los em nossa casa. Nós nos preparamos porque estamos na expectativa.

Nossos preparativos revelam nossas expectativas. Preparações mínimas revelam baixas expectativas. Às vezes, nossas expectativas são negativas e nos preparamos para o pior. É possível saber o que uma pessoa está esperando pela forma como ela se prepara. A arte perdida da preparação revela nossa falta de expectativa e antecipação para que o Espírito de Deus se mova entre nós e nos impede de experimentar a presença manifesta de Deus de maneira nova e plena. Se não esperamos que Deus faça algo, nos prepararemos de acordo.

Nosso papel no Advento é preparar nosso coração para receber com alegria a chegada de Jesus. A agitação dessa época pode se infiltrar e roubar nossa alegria, e o excesso de familiaridade religiosa do Advento também pode entorpecer nossa alegria. Devemos resistir a esses assassinos da alegria.

Seja determinado, e não passivo, ao se preparar para responder a Jesus com alegria neste período do Advento. Eleve suas expectativas quanto à maneira como você O encontrará. Devemos nos preparar com alegria.

James B. Rudd

 

©A ALIANÇA - Este texto é parte do devocional de Advento escrito por membros do The Alliance Writers Collective, um grupo de escritores da AC&M dedicados a se tornarem mais inspirados juntos: James B. Rudd, Marv Nelson, Justin Thornton, Michelle S. Lazurek, Wil Del Valle, Christian Ballenger.

Acompanhe aqui uma reflexão a cada domingo que antecede o Natal.

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Evangelismo & Missões

 


“E, quando veio, Cristo evangelizou paz a vocês que estavam longe e paz também aos que estavam perto. Efésios 2.17

A Boa notícia é para todos. Os de perto e os de longe são alvos da paz realizada por meio de Cristo, chamando cada pessoa a amizade com Deus, através do ministério do Espírito Santo.

Judeus e não judeus são unidos numa só família onde a unidade e amor nos impulsiona a pensar no outro, considerar o outro, tocar o outro compartilhando o que recebemos pela graça que jamais merecemos.  

Como refletimos nos últimos dias, imersos no Grande Mandamento (amar Deus e o outro) somos capacitados e enviados para cumprir a Grande Comissão (fazer discípulos).

Há esperança para mundo na medida que a Igreja volta ao Evangelho da graça, à comunhão do Corpo, à dinâmica do servir uns aos outros com nossos talentos e dons, bem como, quando a Igreja retorna e se junta a Deus na missão que Ele continua fazendo hoje: discípulos aqui (de perto) e nas nações (de longe).

Ser uma igreja missionária é operar no modo Grande Mandamento e Grande Comissão. Centrados no evangelho e na família de Cristo, abraçamos e perseveramos na mais importante tarefa de servir pessoas e formar discípulos onde o Senhor nos levar.

O que significa isso? Vamos conversar este mês de junho pedindo que o Senhor renove o nosso amor pelos que estão perto. Incendeie nossa vida com compaixão pelos nossos vizinhos e próximos, orando pela nossa cidade e pela transformação da cultura de medo ao nosso redor.

Evangelização e missões floresce quando abraçamos e permanecemos em nosso chamado: “Agora, portanto, somos embaixadores de Cristo; Deus faz seu apelo por nosso intermédio. Falamos em nome de Cristo quando dizemos: “Reconciliem-se com Deus! ” 2Coríntios 5.20

Seja bem-vindo à missão!

 

Pr. Zé


sexta-feira, 31 de dezembro de 2021

QUEM É ESTE COM VOCÊS?

Imagem atual de Labrang, Tibet

Marion Grant ou “M. G.”, como preferia ser chamado, e Blanche Griebenow foi um jovem casal norte americano que viveu e trabalhou bem próximos de um mosteiro budista no Tibet chamado Labrang, não muito longe da fronteira chinesa, de 1920 a 1949. O mosteiro tinha mais de três mil monges (vinte e dois "Budas vivos"). Toda a região estava impregnada de espíritos malignos.

Surpreendentemente, os líderes religiosos de Labrang permitiram que os missionários Griebenows, da C&MA dos EUA, morassem onde antes nenhum estranho, especialmente cristão, tinha sido permitido. Seus primeiros aposentos eram muito simples, em uma área fedorenta perto do mercado, onde muçulmanos e comerciantes chineses vendiam seus produtos aos peregrinos tibetanos que vinham receber as bênçãos dos monges e talvez vislumbrar um dos santos que moravam ali.

O tibetano, uma língua dificílima e cheia de consonantes, exigia anos de estudo e prática. Não tendo nenhum tipo de escola para adquiri-la, M. G. e Blanche tiveram que contratar professores locais, usando os poucos livros disponíveis, um Novo Testamento recém-traduzido e muito treino com um tutor.

Akku Dgom Chock acabou por ser o melhor de todos os seus professores. Acontece que ele era um monge-feiticeiro, da seita que nunca cortava ou lavava seus cabelos, que eram trançados num tipo corda que se enrolava em sua cabeça coberta por um pano preto também enrolada em volta da cabeça que prendia o cabelão. Ao ver Akku Dgom Chok, normalmente parecia que ele estava usando um grande chapéu preto, mas na realidade, eram seus dreadlocks tibetanos, geralmente com pelo menos um metro e meio de comprimento.

Akku era mui exigente quando se tratava de pronúncia; ele lia um versículo das Escrituras e então fazia M. G. lê-lo fazendo igual. Depois corrigia. Com Blanche fazia o mesmo. Desta forma demorada, o casal seguiu seu caminho através do Evangelho de Mateus. Freqüentemente, eles tinham que repetir muitas vezes para obter os sons das paradas glóticas e os labiais indescritíveis corretos para seu ouvido sensível.

Um dia, ao se aproximarem do final de Mateus, eles leram os últimos versículos: “Ide, pois, e ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo: Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho ordenado; e eis que estou sempre convosco, até o fim do mundo/consumação dos séculos. ” (Mt. 28: 19-20) Ao terminar o último versiculos, os jovens missionários sentaram-se esperando que Akku lhes dissesse o que repetir até que acertassem... mas nada... nenhum comentário.

Eles não conseguiam entender o que havia de errado com ele, ou era a pronúncia deles. Akku apenas ficou sentado em silêncio, perdido em pensamentos. Finalmente, M. G. perguntou o que estava errado. Akku saiu de seu devaneio e perguntou bruscamente: "Quem é este que prometeu estar sempre com você?"

O jovem missionário de Minnesota disse: “Jesus Cristo, o Filho de Deus, Criador do céu e da Terra. Ele nos ordenou que viajássemos por todo o mundo e falássemos a todas as pessoas sobre Seu grande amor e o poder da salvação e prometeu estar conosco onde quer que estejamos. ”

Akku Dgom Chok, o amigável monge feiticeiro, permaneceu em silêncio por alguns minutos, e eles puderam ver que ele havia sido profundamente impactado pelo que leram e pela explicação que M. G. lhe deu. Finalmente, ele quebrou o silêncio: “Agora eu sei a resposta para um problema muito intrigante. Quando fui à sua casa, jurei não mencioná-lo, mas agora vou lhe contar. Se este Criador do céu e da terra está protegendo você, isso explica tudo. ”

Ele então contou uma história estranha. “Quando vocês vieram pela primeira vez para Labrang, pensamos que vocês não ficariam muito porque não é fácil viver aqui; a vida é dura e sua casinha é fria e ventosa; vocês não tinham amigos por perto. Achamos que vocês faria mas malas e se mudariam logo. Mas vocês ficaram. Vocês cuidaram de nossos enfermos e feridos, muito melhor do que nossos médicos. Vocês visitaram pessoas que tinham problemas, oraram por elas e foi gentil com elas. Nômades vieram de muitos quilômetros até sua casa humilde para pedir-lhe que orassem por seus enfermos, e muitos foram curados. Quando vocês pregaram sobre Jesus, eles ouviram. E o pior de tudo, vocês ficaram!


“Estávamos com medo de que vocês estivessem ficando muito popular em Labrang e pensamos que era hora de vocês irem embora antes que nos causassem problemas.

Então, nós feiticeiros decidimos nos reunir em nosso templo e entoar maldições contra você. Mantivemos isso dia e noite. Mas, quando mandamos alguém para ver o que aconteceu... nada aconteceu! Você, estava no mercado pregando para uma multidão de nosso povo, ou sua esposa estava visitando mulheres na cidade. Sua casa não pegou fogo; seus cavalos estavam bem e não adoeceram. Na verdade, nada aconteceu!


“Conhecemos os espíritos malignos e eles nos conhecem. Chamamos esses demônios e eles fazem o que mandamos: deixar as pessoas doentes ou até morrer, fazer com que suas safras quebrem, seus animais morram. Coisas ruins sempre aconteceram antes porque trabalhamos para eles e eles trabalham para nós. ”

A essa altura, M. G. e Blanche se entreolharam e se perguntaram, e agora? Eles ficaram chocados com a maneira bem franca de seu “feiticeiro bondoso” descrever como ele e muitos outros, até mesmo de outros mosteiros, passaram semanas invocando maldições sobre suas cabeças. E o tempo todo, eles não sabiam de nada. Demônios os estavam atacando sem o conhecimento, mas eles estavam protegidos.

“Mas agora,” Akku disse enquanto acenava com a cabeça pensativo, “Eu sei por que nossas maldições nunca funcionaram com vocês. Vocês estão protegidos por um grande poder que não conhecíamos. Aparentemente, os demônios não podem prevalecer contra o Criador do céu e da terra! ” E com isso, a aula acabou e seu monge saiu meditando sobre este "grande poder que não conhecíamos". Esse “grande poder” foi e é nosso Grande Deus, que sempre, em todos os lugares está conosco, e muitas vezes somos inconscientes disso, mas Ele está lá.

E M. G. e Blanche passaram suas vidas contando aos tibetanos sobre esse “grande poder” e Seus cuidados. "Nenhum mal cairá sobre você, Nem qualquer praga chegará perto de sua morada; Porque aos seus anjos dará ordem a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos. "  Salmo 91.10, 11

 

David Paul Jones

 

Pastor David Jones foi missionário no Brasil por mais de três décadas, hoje com seus 79 anos segue ministrando aos povos lusónos do mundo. E nas últimas dácadas além de multiplicar a Escola de Oração Internacional no Brasil, Portugal, Angola e Moçambique, segue pesquisando e registrando as histórias do avanço do reino por meio da família Aliança no mundo.  

 

 


sexta-feira, 30 de julho de 2021

Jesus Somente – O DNA da Aliança

 


O fundador da Aliança Cristã e Missionária, Dr. Albert Benjamin Simpson, definiu o DNA espiritual da Aliança Cristã e Missionária (AC&M) há mais de cento e trinta anos atrás, referindo-se a ele como o Evangelho Quádruplo; que é o coração do que a família Aliança acredita e que constitui a base de tudo o que define o movimento da Aliança ao redor do mundo.

O Evangelho Quádruplo é a síntese Cristocêntrica na qual os nossos valores fundamentais se baseiam. Através de encontros profundos com Deus que mudaram o curso de sua vida, AB Simpson confiou firmemente que Cristo não era somente o seu Salvador, mas também o seu Santificador e Médico Divino.

A família Aliança global compartilha o rico legado espiritual de Simpson e a sua paixão por completar a Grande Comissão levando a luz de Jesus Cristo para lugares onde há pouco acesso à verdade, cooperando assim com a volta do nosso Rei Vindouro.

Sim, somos uma Aliança. Uma comunidade fraterna de cristãos comprometidos com Cristo e uns com os outros. Somos filhos amados de Deus através de Jesus Cristo; irmãos nessa fé e amigos pela comunhão no Espírito Santo. Portando, já não nos separam nem a cor da pele, nem o idioma, nem a cultura, nem a posição social ou econômica. Uma comunidade de iguais, servos e servas de Jesus, criados à imagem e semelhança d´Ele.

Também somos uma Aliança Cristã. Por pura graça, temos achado em Cristo, o perdão dos nossos pecados, a paz espiritual e uma vida nova e eterna. Nosso desejo maior é caminhar cada dia com Cristo. Ele é o Senhor das nossas vidas e nos guiará num crescimento espiritual contínuo em obediência à Sua Palavra.

Somos uma Aliança Cristã Missionária. Uma família que carrega em sua genética, nome e sobrenome. Pois, desde o começo, nosso Senhor Jesus Cristo enviou os seus discípulos a todas as partes do mundo para proclamar o Evangelho; nós também hoje buscamos obedecer a esse mandamento. Desde a sua origem, a Aliança Cristã e Missionária tem servido como um contagiante movimento missional, e hoje este mesmo propósito continua nos estimulando, juntamente com outras comunidades missionárias, a anunciar a mensagem de esperança e salvação em Cristo a todo o mundo, tanto aos que estão perto como aos que estão mais isolados.

Em pouco mais de cento e trinta anos, Deus tem permitido a família Aliança compartilhar o Evangelho a milhões de pessoas em todos os continentes tornando-o acessível em centenas de línguas e dialetos. Reconhecemos a Bíblia Sagrada como a única fonte de autoridade, fé e prática; firmados na Mensagem de Jesus Cristo, no ensino de seus apóstolos e no aprendizado humilde de todos cristãos genuínos em mais de vinte séculos.

Enfim, o DNA da família Aliança está centrado na pessoa e obra de Jesus Cristo, o nosso Salvador, Santificador, Médico Divino e Rei Vindouro. E como bem resume um antigo folheto: “Na Aliança a mensagem e vida de Jesus Cristo é mais importante que a própria organização”.

Sim, a grande paixão da Aliança é conhecer Jesus, Ele Mesmo; exaltá-Lo como Salvador, Santificador, Médico Divino e Rei que vem; cooperando alegremente em Sua Missão. Sim, é isso mesmo, na Aliança é tudo sobre Jesus. Somente Jesus. Simples assim. Profundo em Seu amor e radical em Sua compaixão!

 

Pr. Zé – Adaptado do material de apresentação da Aliança Cristã e Missionária

sábado, 16 de janeiro de 2021

RESUMO dos cinco votos de AW TOZER

 


Cinco compromissos para uma vida profunda, sábia e santa!


1. TRATE SERIAMENTE COM O PECADO

Confesse diariamente. Isso não significa pregar a perfeição de uma vida sem pecado. Isso quer dizer que todo pecado conhecido deve ser nomeado, identificado e repudiado, e que devemos confiar em Deus para nos livrarmos dele, de modo que não haja mais pecado tolerado em nenhuma parte de nossas vidas. É absolutamente necessário que procedamos assim, porque Deus é um Deus santo e o pecado reina na humanidade.

 

2. NUNCA POSSUA NADA

Isso não quer dizer que você não pode ter coisas. Quer dizer que você deve ser liberto da sensação de possuir coisas. Essa sensação de posse é o que nos atrapalha. Todos os bebês nascem com os punhos cerrados, parecendo dizer: “Isso é meu! ”. Esse sentimento de “Isso é meu ” é muito prejudicial ao coração. Se você puder se livrar dele de modo que não tenha esse sentimento de controle, uma grande sensação de liberdade e a própria liberdade florescerá em sua vida.

 

3. NUNCA DEFENDA A VOCÊ MESMO

Todos nascemos com a propensão de autodefesa. E se você insiste em se defender, Deus permitirá que você o faça. Mas se você entregar suas causas a Deus, Ele irá defendê-lo de verdade.

 

4. NUNCA FALE MAL DOS OUTROS

O fofoqueiro não tem o favor de Deus. Se você conhece algo que prejudique ou comprometa a reputação de um dos filhos de Deus, enterre-o para sempre. Quando alguém aparecer com uma história maligna, enterre-a. “Com o juízo com que julgardes, sereis julgados” (Mt. 7.2).

 

5. NUNCA ACEITE QUALQUER GLÓRIA

Deus tem ciúme de Sua glória e Ele não repartirá Sua glória com ninguém. Devo dizer que é muito natural que as pessoas tenham esperança de que talvez seu serviço cristão lhes recompense. É verdade que eles querem servir ao Senhor. Mas eles também querem que outras pessoas vejam que estão servindo ao Senhor. Eles querem ter uma posição entre os santos. Esse é um terreno muito perigoso; pois já é ruim o suficiente buscar uma reputação no mundo, pior ainda é buscar uma reputação entre o povo de Deus. Nosso Senhor desistiu de zelar por sua reputação, e nós também devemos.




Que o Senhor nosso Deus nos dê graça e força para confiar n’Ele em cada uma dessas áreas. Amém!

 


Adaptado por José Freitas

sexta-feira, 31 de maio de 2019

Direto ao PONTO



Sabemos que, em Cristo, nosso trabalho não é vão. Nesta certeza, o esforço de cada pessoa deve ser honrado.

O Evangelho de Mateus 9.35-38 nos desafia a três ações fundamentais, as quais devemos seguir rigorosamente na missão do Pai. São elas:

1.        Compaixão pelas pessoas que estão desamparadas como ovelhas sem pastor;
2.        Planejamento estratégico, avaliando as pessoas a serem alcançadas e os trabalhadores a serem enviados;
3.        Oração para que o Senhor envie trabalhadores; intercedendo pela capacitação dos que estão indo (Mt. 10) e pela continuação do ministério daqueles que ficam.

De modo que, tanto os que vão quanto os que ficam, cumpram com nossa identidade missional e nossa tarefa missionária.

André Souza
Presidente DMA

Nota:  O Departamento de Missões da Aliança gostaria de agradecer a cada pessoa que, mesmo no momento difícil que nosso país atravessa, tem disponibilizado recursos de tempo, oração e finanças para que continuemos a avançar juntos pela causa de Cristo em diversos lugares do Brasil e do mundo.

Mais sobre Missões Aliançacontato.dma@outlook.com

sábado, 9 de setembro de 2017

SENDO MISSIONÁRIOS LOCAIS SEM NEGLIGENCIAR A MISSÃO GLOBAL



Por Ed Stetzer*

O chamado para sermos missionários onde estamos - ser “missional” - muitas vezes resulta em igrejas que negligenciam a missão global da igreja. Nós demos muitos passos na direção certa, mas ainda não chegamos lá.

Por que tantos cristãos missionais não estão envolvidos na missão global de Deus? Por que estamos tão ocupados localmente que não somos bons globalmente?

Há cinco razões pelas quais acho que lutamos com isso:

1. Ao redescobrir a missão de Deus, muitos descobriram apenas suas dimensões pessoais.

Não quero dizer que eles tenham de alguma forma localizado a missão em sua vida interior, “privada” - isso faria pouco sentido. Em vez disso, o encorajamento de cada pessoa a estar em missão (ser “missional”) tendeu a uma obrigação pessoal de configurações pessoais, em vez de uma obrigação global de promover o Reino de Deus entre todas as nações.

“Missional” fundiu-se com o Cristianismo privatizado para servir como motivo de projetos pessoais realizados em esferas pessoais. Isso não é necessariamente ruim. Mas quando o impulso missional não é expandido para incluir a missão global de Deus, ele resulta em crentes movidos apenas para ministrar em suas próprias Jerusaléns sem focalizar sua mente em relação às suas Judeias, Samarias e as partes mais remotas da terra (Atos 1:8).

2. Ao responder à missão de Deus, muitos queriam ser mais parecidos com a missão e, portanto, transformaram tudo em “missão”.

O historiador de missões Stephen Neil, respondendo a um aumento semelhante no interesse pela missão (o movimento missio Dei dos anos 1950 e seguintes), o explicou dessa forma: “Se tudo é missão, nada é missão”. A preocupação de Neil era que o foco mudasse de evangelização global (muitas vezes chamada de “missões”) para a transformação social (muitas vezes chamada de “missão”). Ele estava certo.

John Piper ecoou essas mesmas preocupações, diferenciando entre evangelismo e missões. Ele nos lembra que quando “todo cristão é um missionário”, que equivale a “missional”, então diluímos a necessidade e a especialidade dos missionários para terras estrangeiras. (Embora eu gostaria de matizar a linguagem de John um pouco, eu concordo com o seu ponto.)

Convidar pessoas para a igreja e limpar a igreja são empreendimentos nobres, mas chamar isso de “missional” e “serviço” é, na melhor das hipóteses, uma ingenuidade ministerial. Isso demonstra a confusão que se instala quando os rótulos se tornam chavões. E, à medida que as bordas externas do rótulo missional ficam confusas, assim também a missão para as partes mais remotas do mundo fica confusa.

3. Ao relacionar a missão de Deus, a mensagem inclui cada vez mais o doente, mas menos frequentemente, inclui o perdido global.

Você só precisa assistir os vídeos para ver as ênfases: projetos globais de órfãos, erradicação da AIDS, caixas de sapatos de natal, etc. Todas essas causas agora possuem grupos de defesa, e certamente eles são importantes. No entanto, seu vocabulário e quadros de referência frequentemente não dão espaço para evangelizar as mesmas pessoas que eles tocam.

A mensagem do evangelismo mundial, na verdade, parece mais comum nas igrejas com legados tradicionais do que nas igrejas missionais. As igrejas missionais parecem falar mais de povos não servidos em vez de povos não alcançados. À medida que nos comprometemos em entregar a justiça, também precisamos entregar o evangelho independentemente do status de alguém em uma cultura.

4. Ao se reorientar na missão de Deus, muitos estão se concentrando em ser uma boa notícia, em vez de contar a boa notícia.

São Francisco, alegadamente, disse: “Pregue o evangelho em todos os momentos e, quando necessário, use palavras.” Curiosamente, São Francisco nunca disse isso, nem o teria feito devido à sua participação em uma ordem de pregação. Mas esta é uma citação enérgica lançada em declarações de missão e sermões de visão em igrejas missionais por todo o meu país. Por quê? Parece que muitos na conversa missional colocam um valor maior em servir o doente global ao invés de evangelizar o perdido global. Ou talvez seja apenas mais fácil.

Não estou incitando uma dicotomia aqui, só estou observando que já existe uma. É irônico, no entanto, que ao mesmo tempo que tantos cristãos missionais tenham procurado “incorporar” o evangelho, eles escolheram abandonar um membro do corpo de Cristo: a boca.

5. Ao reiterar a missão de Deus, muitos perdem o contexto da missão global e da necessidade da presença global da igreja.

Por qualquer motivo - seja o admirável motivo do compromisso com a igreja local ou o desprezível motivo do compromisso com o cristianismo consumista personalizado - nós perdemos o grande escopo de toda a família de Deus. Enquanto Cristo chama pessoas de todas as línguas, tribos e nações, nós nos contentamos com a nossa língua, tribo e nação.

Muitas igrejas estão abraçando de forma maravilhosa o imperativo missional, mas, à medida que procuram “possuir” a missão, adaptando sua igreja a um movimento missional em sua comunidade local, alguns localizam inadvertidamente a própria missão de Deus e perdem a conexão vital que todos os crentes compartilham. Um híper-foco em nossa própria comunidade resulta em uma visão perdida para a comunhão dos santos.

Então, como colocamos “missão” de volta em “missional”?

Quatro Princípios a Considerar

Primeiro, reconheça que a missão é de Deus, e que precisamos ser apaixonados pela missão conforme Ele a descreve. Não somos donos da missão, e ela não é nossa para a definirmos. É bom ter uma declaração de visão da igreja, mas a missão de Deus é melhor e maior. Nossa primeira tarefa é submeter-nos à missão de Deus.

Segundo, os evangélicos têm minimizado o chamado para servir os pobres e doentes e precisam de um envolvimento mais forte na justiça social. Isso parece contra-intuitivo se procuramos remediar a perda de preocupação pelo evangelismo articulado. Mas o engajamento social envolve o engajamento relacional e o envolvimento relacional implica em oportunidades para compartilhar o evangelho. Os êxitos e experiências em nossas comunidades deveriam despertar corações e mentes para as necessidades globais. Precisamos apenas manter o motivo da justiça social: a glória de Deus na adoração de Jesus.

Terceiro, compartilhe a profunda preocupação de Deus em relação à Sua missão para as nações - que o Seu nome seja louvado pelos lábios de homens e mulheres de todos os cantos do globo. Sinta a Grande Comissão em seus ossos. Peça a Deus para transformar seu coração por aqueles que você não pode ver. Como fez Paulo, desenvolva maneiras de “lutar pessoalmente” por aqueles que estão longe (Colossenses 2:1). A conversa política atual sobre os refugiados deveria ser uma lembrança útil de que nossos corações precisam ser dominados pela missão tanto a nível local como global.

Quarto, as igrejas que são sérias em seu chamado de se juntar a Deus em Sua missão, obedecerão a Seus mandamentos de discipular as nações. O produto final do esforço missional deve ser um cristão maduro pronto para produzir mais cristãos maduros.

Parece-me que muitas igrejas missionais estão perdendo a Grande Comissão em nome de serem missionais. Isso não faz sentido algum. É um grande erro (mas historicamente comum).

Se estamos realmente interessados em sermos missionários locais - em juntar-nos a Deus em Sua missão - nossos esforços devem realmente refletir Sua missão declarada. Nós estamos ligados ao Grande Mandamento como a expressão humana mais completa do amor de Deus. Mas o Mandamento não é hermeticamente separado da Grande Comissão. Em vez disso, a Grande Comissão fornece o “o que” da missão, enquanto o Grande Mandamento fornece parte do “como”. Respondendo à antiga pergunta de “Quem é meu próximo?”, deve resultar no desejo de “fazer discípulos de todos nações”.

* Ed Stetzer é Presidente da Igreja, Missão e Evangelismo Billy Graham no Colégio Wheaton, é diretor executivo do Centro para Evangelismo Billy Graham e é pastor interino da Igreja Moody em Chicago.

Reimpresso de EdStetzer.com, 16 de fevereiro de 2017. Usado com permissão.
Extraído da Revista Alliance Life, edição julho/agosto 2017. 
Tradução de Beatrice Koopmann

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

“Eu decidi não desistir”





Recentemente ouvi a frase acima da boca de um jovem e importante líder do ministério público que atua na operação que está trazendo a esperança de mudanças em nosso Brasil. Foi um alento ouvi-lo, mas também um constrangimento. Especialmente porque, na prática, fica evidente que muitos daqueles que se chamam cristão e discípulos de Jesus Cristo no Brasil já desistiram da luta. Desistiram de orar. Desistiram agir. Desistiram de ser a mudança que a nação precisa.

Ed Stetzer e Sérgio Queiroz em seu livro “Igrejas que transformam o Brasil” lançado recentemente (baseado numa ampla pesquisa nas igrejas do país) trazem uma mensagem de grande esperança. Uma das (sete) marcas evidentes das comunidades transformacionais (muitas vezes, pequenas e anônimas) é o que eles chamam de “ênfase na oração”.

Em suas palavras: Qualquer verdadeiro trabalho de transformação espiritual só pode ser feito pelo próprio Deus. As igrejas que encontramos acreditam nisso. E mais que acreditar, elas demonstram uma disposição natural de se comunicar com Deus a respeito da esperança que têm de ver a transformação acontecendo (no Brasil)... igrejas transformacionais revelam uma ênfase na oração e uma dependência dela”.

Alguém já parafraseou: “Independência é morte”, sim só mesmo a dependência de Deus e Sua misericórdia em favor da nossa pátria construirá uma nação mais justa e digna, e um testemunho de esperança e fé para as nações como já ouvimos décadas atrás.

Chegou a hora de transformar o Brasil e as nações irmãos! Hoje, quando celebramos a independência da nação, e no domingo “Dia Nacional de Missões” unamos as nossas mãos e corações em dependência daquele que governa e tem a última palavra aqui e em todas as nações. Oremos com confiança, perseverança e ânimo! Sim, Deus quer transformar o Brasil através de cristãos que não desistiram da oração e ação.

O autor de Hebreus nos convoca dizendo: "... não somos perdedores, não vamos desistir. Ah, não! Continuaremos firmes e sobreviveremos, sem perder a confiança durante a caminhada." (Hb 10.39, A Mensagem). Creio mesmo que chegou a hora da Igreja de Cristo continuar e orar como diz a canção dos enviados do jovem músico Paulo Nazaré: “Que todo dia seja meu viver para te honrar... Ouve a nossa oração Senhor... Sonda o nosso coração, guia-nos por teu amor”.

Como aquele jovem procurador da república, ore, chame seus amigos, e seja igreja para não desistir, mas transformar o Brasil e as nações!

Pr. Zé

DMA 2017

terça-feira, 25 de julho de 2017

20 ANOS DEPOIS


Encontro com Jarvis Crosby em 2007

“Jamais seremos os mesmos”, foi a conclusão que cheguei ainda no avião de volta para casa no Brasil.

Era fevereiro de 1997, o grupo de amigos (“fominhas de bola”, mas desejosos de compartilhar o amor do Pai) partiu para um “tour” inimaginável do outro lado do mundo (literalmente).

Momento de louvor pela longa viagem que fizemos 
Chegamos na cidade de Cebu, nas ilhas Filipinas, atordoados com as 36 horas de viagem, entre voos e conexões, mas imensamente felizes por viver um sonho que envolveu e mobilizou as nossas famílias e nossa comunidade.

Vou começar a contando um pouquinho do início, ou seja, a preparação para a viagem.  

Jogo treino no Centro Olímpico em SP 
Trabalhamos juntos por cerca de um ano (1996). A Igreja (Aliança do Aeroporto) vestiu a camisa através da maioria do grupo de jovens. A denominação (ACEMBRAS) como um todo, incentivou e orou. Mas creio que foi o DNA missional transcultural da família Aliança que mais nos inspirou e encorajou para que tudo acontecesse. Especialmente, na pessoa de nosso amigo e mentor: “Davizinho” (Manske) que sempre teve “os remos nas mãos”. Tanto que, depois daqueles 25 dias servindo em solo asiático, fomos pauta de uma bela matéria na revista Alliance Life (leia um breve e interessante resumo em http://josfreitas.blogspot.com.br/2013/12/um-golaco-do-outro-lado-do-mundo.html).

Dons revelados e o Evangelho comunicado
Fomos em 16 voluntários dispostos a fazer de todo coração o nosso melhor. Por isso mesmo a preparação foi bem abrangente: física, esportiva, linguística (inglês básico), teatral, musical e, claro, espiritual (incluindo tempo de oração, estudo e comunhão regular).  Isto é, o investimento de preparação foi exigente em termos de tempo, esforços de treinos e jogos preparatórios, e recursos financeiros para as passagens aéreas que cada jovem integrante teve que arcar por conta própria ou “correndo atrás” com amigos e familiares.  

Neste ponto, começaram muitos dos milagres da provisão e graça do Pai; e muitas, e muitas preciosas lições de vida que vários voluntários puderam relatar antes, durante e depois da viagem.

Lá do outro lado do mundo, foram inúmeras as surpresas e bênçãos que o Senhor preparou para o nosso jovem e comprometido time.

Um "desfile" até o gabinete do prefeito
A primeira delas foi ser recebidos como “celebridades” do futebol brasileiro quando éramos tão somente uma equipe amadora mesclada com alguns ex-atletas profissionais (como o nosso atacante e goleador Marcão ou nosso zagueiro e comandante Índio, ou “professor” Tomaz).





Entrevista coletiva na cidade de Bacolod
A empolgação da parte dos organizadores (da igreja e federação) foi tanta que fizemos várias entrevistas coletivas com a impressa de rádio e televisão das várias cidades que passamos. Tivemos algumas sessões de autógrafos, carreata pela cidade de Cebu e até hospedagem em hotel de luxo; jantares com empresários, encontros com prefeitos e até um governador. Isso foi muitíssimo além do que pensamos e planejamos. De fato, Deus é surpreendente e faz infinitamente mais, conforme Sua promessa!  

Carinho e alegria da família Aliança filipna


Outra surpresa foi a equipe de voluntários da igreja que nos acompanhava. O carinho e cuidado deles foram realmente sensacionais. Entre eles tivemos um segurança profissional que sempre verificava o tudo antes de descermos do ônibus. Nos sentimos a própria seleção brasileira de futebol com tantas regalias e carinho a nós dedicados. Foi incrível!




Noite memorável de comunhão 
Outra bênção inesquecível para mim, pessoalmente, foi a reunião de jovens onde apresentamos, cantamos, demos testemunho contagiando os jovens presentes com a alegria marcante do evangelho e da cultura brasileira.

O grupo de teatro foi uma das revelações da noite, e dali engrenou lindas apresentações que passamos a fazer mais tarde (aqui vale registro de agradecimento à nossa “diretora” Gleinice Gonçalves, que literalmente, “tirou leite de pedras”... rsrs). Mas aquela foi, realmente, “a” noite onde a tudo começou em termos de entrosamento e impacto na vida das pessoas que encontramos (Nota: apesar de, nesta noite também ter sido a primeira vez na vida, onde nós comemos feijão doce e outras “finas iguarias” da cultura local que é melhor nem contar aqui).


Dali em diante, tudo foi muito empolgante e surpreendente, inclusive o impacto dos jogos e clínicas com crianças e treinadores. Realmente, foram momentos incríveis para cada um dos integrantes do time. Percebemos claramente que todo o trabalho incluindo as mensagens e testemunhos nas diversas igrejas Aliança, escolas e, bem como, cada visita que fizemos, tornaram-se encontros divinamente preparados pelo Senhor.

Encontros marcados pelo Pai
Num destes encontros (reservado apenas a uma parte do grupo) fomos visitar uma irmã idosa e enferma que no passado, tivera o sonho de ser uma missionária no Brasil. E quando soube que éramos todos brasileiros louvou o Senhor dizendo algo como: “Eu não fui ao Brasil, mas o Brasil veio até mim; Deus é fiel!”. Conversamos e oramos com aquela irmã anciã e ela sentiu o carinho e amor de Deus ao permitir que de algum modo parte do sonho dela acontecesse.Outra história mágica, daquelas quase inacreditáveis de tão especial, aconteceu com uma criança. Ela recebeu um folheto de alguém do time, ficou curiosa com a mensagem e na escola pediu para a professora explicar o significado daquelas palavras; A professora que era cristã não apenas explicou o evangelho como guiou aquela criança em uma oração de entrega de sua vida a Deus.

Um jovem, muito bom jogador, filho de um treinador local quis muito nos acompanhar e conhecer a igreja. Mais tarde seu pai também esteve com a gente em nossa festa de despedida da cidade e ambos ficaram tocados com o testemunho e alegria compartilhada pelo grupo.

Uma das experiências mais fascinante aconteceu quando já nos preparávamos para volta após o torneio que disputamos. Um jovem que fazia parte de um time de origem muçulmana nos surpreendeu dizendo-se cristão; aliás, o único cristão do time. Ele foi ao nosso alojamento para compartilhar e orar conosco. Mais uma noite para eternizar na memória; pois ouvir sua experiência numa cultura islâmica, suas lutas para viver com Cristo num ambiente hostil ao evangelho foi desafiador e muito marcante para todos.

Vitória do futebol e da amizade 
Bem, poderia contar muitas outras experiências incríveis da graça de Deus naquela viagem, mas vou parar por aqui e deixar espaço para que outros que ali estiverem nesta experiência divinamente incrível, também tenham essa alegria.

Quero terminar com três pensamentos para sua reflexão e a continuidade do aprendizado daqueles que de alguma maneira foram tocados na “Operação Cebu”:



Pedro e Marcão: "Eis -me aqui!"
1.       Não olhe para suas limitações, mantenha o seu foco no grande poder Deus. Sua graça é que nos guia a realizações inimagináveis e surpreendentes, se de fato confiarmos e nos submetermos a Ele e Seu plano para as nossas vidas.  Acredite, Seu caminho é incomparável. Confie em Deus para sua jornada! (Pv.  3.5,6).

2.       Deus só precisa de pessoas dispostas, unidas e determinadas a realizar Sua vontade pata desencadear grandes milagres e transformação de vidas. Perdemos muito e deixamos de desfrutar o poder de Deus quando preferimos andar sozinhos ou rejeitamos a força silenciosa da equipe e da comunidade. Os grandes feitos, quase sempre, são realizados pelos pequenos e por aqueles que se dispõe a permanecer humildes e fazer diferença no mundo em companhia de Deus. Sempre nos surpreendentes com os belos frutos da simplicidade da parceria de verdadeiros amigos, simples servos em cooperação com o Pai para um objetivo comum de resultados eternos.

Vidas preciosas influenciadas para Cristo
 3.       Uma jornada de fé tem seu preço e seus riscos, mas só descobriremos seus reais e gloriosos efeitos na eternidade. Vinte anos depois podemos contabilizar alguns frutos desta tremenda experiência de fé e obediência a Deus. Com toda certeza, fomos moldados por Deus para sermos homens melhores, pais dedicados e servos humildes na igreja de Cristo. Graças a uma liderança humilde e cheia de confiança de servos como David Manske e Jarvis Crosby desfrutamos um inesquecível tempo da abundante graça do Pai. Na eternidade certamente descobriremos todos os efeitos destes 25 dias e o impacto nestes 20 e muitos mais anos que Ele nos permitirá para Sua glória e louvor. 


Sim, posso dizer, definitivamente depois daquela experiência de fé e amizade, do outro lado do mundo jamais fui o mesmo! Isso vou contar mais adiante... 


I Copa Presidencial de Futebol nas Filipinas 
Amistoso na capital Manilla




Apresentação na igreja Aliança de Ilo Ilo

"Quem sabe faz ao vivo"... rsrs|







Clínica em Cebu
Recepção de volta mais que especial!!!

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