quinta-feira, 30 de julho de 2026

TIAGO: A fé que ora e age – A urgente coerência entre palavras e obras

 


“Como veem, a fé por si mesma, a menos que produza boas obras, está morta”. Tiago 2.17

No início da igreja em Jerusalém, o apóstolo Tiago foi um exemplo corajoso, um pilar de liderança e pastoreio na comunidade de fé, até ser martirizado, por amor a Jesus Cristo e à Sua missão.

A carta que leva o seu nome está repleta de assuntos práticos de grande importância para a fé cotidiana. Alguém resumiu que seus ensinos “são como um soco no estômago” fazendo com que discípulos genuínos se dobrem em sábia oração diante do Pai e ações amorosas pelas pessoas.

Nossa série capta esse desafio pessoal e comunitário que nos faz perguntar: Eu demonstro em minha vida uma fé que ora e age? A comunidade a que pertenço revela uma fé viva e atuante? Por óbvio, o contrário de fé autêntica, é uma fé falsa e enganosa. É um cristianismo esvaziado do Cristo. Nas palavras de Tiago, uma fé “morta”, inútil e sem sentido.

De acordo com a tradição, o apóstolo foi apelidado de “Tiago, joelhos de camelo” por causa dos calos de muitos anos dedicados à constante oração. A vida e os escritos deste apóstolo nos inspiram a orar, mas também nos chamam a amar de forma prática. O Rev. John Stott, ao comentar a carta afirma: “A Palavra de Deus deve ser ouvida, aceita e obedecida. Enquanto isso não acontece, não há verdadeiro discipulado”.

Nossos dias gritam por exemplos. Pedem em desespero por coerência nas palavras e na vida. Será que realmente desejamos ser a resposta que ora e ama com a fé genuína nos desafia hoje?

 

Pr. Zé

 

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