quinta-feira, 4 de junho de 2026

I PEDRO – O cristão extraordinário, um chamado à santidade

 



Sejam santos, porque eu sou santo”. 1 Pedro 1.16

Em seu livro “Vivendo como um cristão – Os ensinamentos de I Pedro”, A. W. Tozer apresenta o autor desta maravilhosa carta do Novo Testamento.

Ele diz: “De todos os apóstolos, Pedro, em minha opinião é o que mais se destaca; sendo um dos discípulos mais fascinantes, ele era declaradamente devotado ao Senhor, por quem esteve sempre disposto a morrer. Pedro era radicalmente comprometido com o Senhor, razão pela qual nutro tamanha admiração por ele”. “De modo geral”, afirma Tozer, “Pedro não sabia como demonstrar o seu amor pelo Senhor, porém, após o Pentecostes, ele nunca mais foi o mesmo, tornou-se uma força poderosa para Deus. Na maturidade, os seus escritos apresentaram a verdade do evangelho de uma maneira compreensível. E, em suas cartas ele nos apresenta então os extraordinários e indestrutíveis cristãos, dos quais ele era parte”.

Foram essas palavras de Tozer sobre o personagem e suas cartas que chamaram a minha atenção para propor a nossa nova série de mensagens deste mês: “O cristão extraordinário, um chamado à santidade”.

Em I Pedro lemos como a fé genuína em um Deus Santo e gracioso enche a vida do cristão com a confiança indestrutível, mesmo vivendo num contexto de perseguição e sofrimento. Era o que estava acontecendo com os primeiros cristãos gentios convertidos e dispersos pelo império.

O apóstolo Pedro então anima esses cristãos a se agarrarem à sua nova identidade de filhos e membros da família de Deus, abandonando o pecado e a prisão das antigas práticas que viviam. Mesmo que eles estivessem sofrendo muitas pressões e dores de uma vida longe de casa, e sob perseguição, eles eram um povo santo, chamado e enviado para fazer diferença.

E, para enfrentarem e vencerem o sofrimento, Pedro lembra a esses cristãos extraordinários que Jesus, o nosso Mestre, é a nossa referência de uma vida verdadeiramente extraordinária. Sua vida, Seu sofrimento e Sua ressurreição, tornam-se o nosso modelo de viver para que o Seu Reino avance em triunfo e glória.

E, por fim, Pedro lembra e encoraja os discípulos de Cristo que, mesmo sendo uma minoria perseguida e espalhada, eles poderiam permanecer numa viva esperança. As armadilhas do inimigo, as lutas interiores, os problemas da vida não poderiam derrotá-los. Pois eles estavam firmados na Pedra angular que é Cristo e na esperança certa da Sua vinda.

Sejam bem-vindos à jornada com os santos do Extraordinário Senhor e Rei Jesus!

 

Pr. Zé

 

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