terça-feira, 13 de julho de 2021

COMUNICADO | julho 21

 


Gratos pelo imenso cuidado do nosso Senhor, o presbitério da Igreja do Aeroporto, informa a todos os irmãos e amigos que o retorno do culto presencial está sendo planejado para agosto.  

Louvando a Deus pelos muitos irmãos e irmãs imunizados pela vacina, lembramos que este ainda não é o momento de nos abraçarmos reunidos com a capacidade máxima, mas estamos confiantes que seguindo cuidadosamente os protocolos conhecidos de uso de máscara, distanciamento e higienização, podemos retomar progressivamente o nosso culto presencial.

Com toda sabedoria, reponsabilidade e graça do Espírito Consolador prossigamos juntos deixando a luz do evangelho anunciar em nós e por meio de nós, ânimo, escuta, acolhimento, cura, compaixão e renovação no amor do nosso Pai: “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. (Mateus 5.16). 

Vivendo o discipulado juntos,

 

Presbitério da Igreja Aliança do Aeroporto 

Pr. Zé, Pb. João Fábio, Pb. Rubens Sprogis e Pb. Marcos Oliveira  

quinta-feira, 8 de julho de 2021

O que significa de fato crer em Deus?

 


 

“Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. ” (1º artigo do Credo Apostólico)

 

O relacionamento com Deus é uma caminhada que começa no crer, e continua de fé em fé.

Então eu quero lhe mostrar como é que crer em Deus Pai, Todo Poderoso, Criador dos Céus e da Terra deve afetar sua vida:

Primeiro, o fato dele ser Pai deve nos motivar a buscá-lo com intensidade. Ter tempo de qualidade com Ele. Buscar a vontade do Pai na sua Palavra. Ter tempo devocional.

Eu tenho sido constrangido a buscar a Deus. Meu alvo agora é fazê-lo pelo menos 3 vezes ao dia. Sem intimidade não há profundidade. E sem profundidade não há confiança. Sem confiança não há fé. Busque a intimidade de Deus em oração.

Comece orando e dizendo, Deus, eu não estou satisfeito, eu quero mais. Espirito Santo, me dirige, me ensina a orar. Abra a sua Bíblia, use um livro devocional se não tiver prática. Mas não fique parado!

Segundo, o fato dele ser Todo-Poderoso deve nos motivar a depender dele. A consultá-lo antes das decisões difíceis. A não confiar nas nossas reservas limitadas. A tomar passos, muitas vezes, contraintuitivos quando Ele fala conosco.

É Deus que te dá saúde todo dia para trabalhar. E mesmo que você não tenha saúde agora, confia. Deus sabe o que é o melhor. Que a força dele seja seu amparo em tempos de vitória, e que o seu consolo seja o que te segura em dias de angústia.

Ele é Todo-poderoso; minha vida está segura. E mesmo que chegue a morte, “estou bem certo de que Ele é poderoso para guardar o meu tesouro até o dia final”!

Terceiro, o fato dele ser Criador dos Céus e da Terra deve nos motivar a cooperar com Ele na restauração da sua Criação.

Deus cuida da sua Criação. Devemos cuidar também. Deus tem planos de restaurá-la. Devemos participar.

Deus é luz. Devemos refletir sua luz e sermos a luz desse mundo. Devemos trazer a luz de Deus para as pessoas através de um testemunho vivo e bom. As pessoas precisam saber que Deus é o criador que foi afrontado, mas que está disposto a perdoar. E por isso perdoamos também. Por isso somos pacificadores. Por isso levamos paz e não briga onde estivermos: no trabalho, na escola, no ônibus, no chat do joguinho, nas redes sociais.

Mas pode ser que você não conheça esse Deus, e lá no fundo do seu coração algo começou a te dizer: "preciso mudar". Pode até ser que você seja um “rato de igreja”, mas sua fé seja fruto só de conhecimento ou só dos arrepios quando o pastor coloca a mão sobre a sua cabeça.

O credo dos apóstolos te convida a uma confissão completa. E, mais que isso, te convida a uma vida transformada por Jesus Cristo. A Bíblia diz que "Vocês são salvos pela graça, por meio da fé. Isso não vem de vocês; é uma dádiva de Deus. Não é uma recompensa pela prática de boas obras, para que ninguém venha a se orgulhar. ” (Efésios 2.8,9)

O Deus criador quer derramar da sua graça sobre você e te presentear com salvação e um relacionamento eterno. Não resista ao chamado de Deus. Quero te desafiar a tomar um passo de fé em direção a Deus. Converse com Ele dizendo: “Deus Pai, Todo-poderoso, criador do céu e da terra, eu reconheço que minha vida precisa de sentido. E eu creio que o Senhor é o criador que dá sentido a tudo. Eu preciso do Senhor. Perdoa os meus pecados. Vem reinar na minha vida, toma conta dela. Quero confiar no sacrifício de Jesus como única forma de ser salvo. Me ajuda na minha fé limitada. Quero ser teu filho e quero viver para te adorar. Em nome de Jesus. Amém. ” 


Pb. Rubens Sprogis – notas da aplicação da primeira Mensagem da Série "O Credo Apostólico"; julho 2021.

sexta-feira, 2 de julho de 2021

O Credo dos Apóstolos

 


“Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. ” (Mateus 28.19)

O que você de fato acredita influencia o que você pensa, que por sua vez define quem você é, e enfim, determina o que você faz! Daí a grande importância de sabermos se o que de fato acreditamos é verdadeiro, e se é de verdade aquilo que estamos vivendo.  

Em nosso devocional comunitário desta semana lemos: “Se viermos a crer nas coisas erradas sobre Deus, pensaremos coisas erradas sobre nós mesmos e viveremos muito mal ou miseravelmente. Uma mentira sobre Deus distorce a realidade, perverte a vida e prejudica os processos da existência. ” Portanto, cabe bem avaliarmos cuidadosamente cada uma das crenças e convicções pelas quais vivemos neste momento.  

Este mês mergulharemos juntos no “Credo dos Apóstolos” que é um resumo das doutrinas essenciais ensinadas pelos apóstolos de Jesus Cristo. O “creio” ou credo, é a essência da fé cristã colocada em palavras concisas e precisas. O credo é um dos mais importantes documentos da Igreja Cristã, não apenas por ser a mais antiga e completa declaração abreviada da fé cristã, mas especialmente, pelo seu efeito fundamental e catalisador na saúde doutrinária e na unidade da comunidade cristã ao longo da história.    

Mas se os cristãos já possuíam a Bíblia, as Escrituras Sagradas, porque haveriam de compor uma “outra” declaração de fé? Alguns podem perguntar.  

Vejamos algumas das principais razões lógicas e práticas descritas pelos historiadores (e se você já estudou o compêndio “Seja um obreiro aprovado” você já conhece). Primeiro, porque os apóstolos, as testemunhas oculares da fé cristã, já haviam morrido. Segundo, porque as falsas doutrinas, as heresias, ameaçavam destruir a unidade da família de Deus. Terceiro, porque um resumo conciso e preciso da fé foi necessário para a identificação dos genuínos cristãos e para a proclamação do evangelho aos descrentes. 

Como veremos, este importantíssimo resumo do ensino bíblico sobre o ser de Deus, tem profunda implicações teológicas e práticas quando internalizado e vivido na companhia da família de Cristo.

Vivemos uma época de grande confusão sobre a verdade, inclusive na igreja. Basta olharmos para a nossa própria vida e para dentro da comunidade de fé para constatarmos. Mas ousemos nos perguntarmos: será que eu de fato vivo o que afirmo crer? Como lemos em nosso devocional: “Nada conta mais no modo como vivemos do que aquilo em que (realmente) cremos sobre Deus. ”

Oremos ao Deus triúno, que “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês” (2Co. 13.13), os que creem e vivem!

Crescendo juntos no Criador, Redentor e Consolador,

 

Pr. Zé

terça-feira, 1 de junho de 2021

O PAI NOSSO

 


“Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. ” Salmo 63.1

Em nosso devocional comunitário temos sido desafiados a orar os Salmos. Eles foram a fundamental escola da oração de Jesus e de todo povo de Deus no Antigo Testamento.

Como judeus, os discípulos de Cristo também aprenderam a orar os Salmos. Eles tinham visto muitas pessoas importantes na religião judaica orarem, no entanto, nunca tinham visto ninguém orar como Jesus Nazaré orou.

Sua vida de oração era viva, profunda e relevante. A oração de Jesus lhes chamou a atenção pois estava categoricamente em um nível muito mais elevado do que qualquer uma que os discípulos já tivessem visto antes. Foi quando pediram “Senhor, ensina-nos a orar! ” (Lc. 11.1). Esta pequeno pedido e oração modificou suas vidas radicalmente e colocou em movimento um novo e transformador estilo de vida.

Os discípulos tinham fome de Deus e estavam desejosos de aprender a orar como Jesus. Quando eles disseram: “Senhor, ensina-nos a orar”, eles demonstraram uma fome sincera por Deus. A fome por Deus é uma realidade fundamental do Reino de Deus. E, eles já tinham ouvido do Mestre: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos. ” (Mt. 5.6).

A fome por Deus é a primeira obra do Espírito Santo numa pessoa. Ter fome de Deus não é ter desejo pelas coisas que Deus dá, mas ter fome da intimidade com a pessoa do próprio Deus.

Nos Salmos temos amplo o registro da fome por Deus demonstrada na vida dos salmistas. Como expressa Davi (Sl. 63.1): “... Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. ”. Sabemos que quanto mais fome espiritual, mais oração. Quanto mais oração, mais saúde, vigor e autoridade espiritual.

A vida de oração de Jesus demonstrou fome de intimidade com seu Pai: “Não só de pão viverá o homem... A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a Sua obra. ”  (Mt. 4.4 e Jo. 4.34).

Jesus continua sendo a maior referência da vida de oração. Ainda hoje ele responde à fome e à súplica de corações sedentos e famintos por orar como fez aos seus discípulos em Lucas capítulo onze: Jesus deu um modelo (2-4), ofereceu uma imagem (5-8), mostrou uma promessa (9-12) e apontou o poder da oração (13).

Neste mês de junho venha apresentar sua necessidade e anseio por Deus orando em comunidade “O Pai Nosso” e descobrindo as riquezas da oração no poder do Espírito de Jesus Cristo de Nazaré. Oremos!

 

Pr. Zé - Texto adaptado do material da Escola de Oração Internacional, Ano 1 e 3.  

sábado, 29 de maio de 2021

A Última ESTAÇÃO


Não há quem tenha crido em Deus e no reino de Deus, não há quem tenha ouvido falar do reino do ressuscitado que não sinta, a partir daí, imensa saudade do lar, a espera jubilosa pela libertação da existência corporal.

Se somos jovens ou velhos, pouco importa. O que são vinte ou trinta anos aos olhos de Deus? E qual de nós sabe quão perto se possa estar do alvo?

A vida só começa realmente quando termina aqui na terra, tudo que está aqui é somente o prelúdio antes de a cortina se fechar – isso serve tanto para jovens quanto para velhos. Por que temos tanto medo de pensar na morte? [ ... ]

A morte só é assustadora para quem vive assustado e com medo dela. A morte não é selvagem e terrível, desde que nos mantenhamos calmos e nos agarremos à Palavra de Deus.

A morte não é amarga, caso não nos tornemos amargos. A morte é graça, a maior dádiva da graça que Deus presenteia às pessoas que creem nele.

A morte é suave, a morte é doce e branda; a morte nos acena com poder celestial, desde que percebamos que ela é o portão de nossa terra natal, o tabernáculo da alegria, o reino eterno da paz.

Como sabemos que morrer é algo tão terrível? Quem sabe se, em nosso medo e angústia humana, estamos apenas estremecendo diante do acontecimento mais glorioso, celestial e abençoado do mundo?

Se a nossa fé não a transformar, a morte é o inferno, é a noite e o frio. Mas justamente isto que é maravilhoso, o fato de podermos transformar a morte. [1]

[ ... ] Morte, vem tu, maior das festas na jornada para a liberdade eterna;

Morte, destrói as correntes onerosas, as muralhas do corpo temporal, as muralhas da nossa alma que vagueia cega, a fim de que vejamos o que aqui nos é negado ver.

Liberdade, há quanto te buscamos em disciplina, ação e sofrimento;

Morrendo, agora te comtemplamos, revelada na face do Senhor. [2]

Conhecemos [no poema e sermão acima] o conceito de Bonhoeffer da morte COMO A ÚLTIMA ESTAÇÃO DA ESTRADA PARA A LIBERDADE. [3]

 

 

 

[1] Sermão pregado por Bonhoeffer quando pastoreava em Londres; Dietrich Bonhoeffer Words, p. 331.

[2] Poema “Estações no caminho para a liberdade”, Letters and Papers from Prision, p. 370-372.  

[3] Eric Metaxas,”Bonhoeffer - Pastor, Mártir, Profeta, Espião”, p. 571.    

terça-feira, 27 de abril de 2021

Eu sou o Senhor teu Deus

 


Em maio vamos considerar as implicações dos Dez Mandamento para a caminhada do povo de Deus nos dias atuais. Um exercício de fé em comunidade. Você é bem-vindo!

Alguns estudiosos chamam os Dez Mandamentos como “a reluzente esperança”, recebidos por Moisés no Monte Sinai, são os termos da aliança que estabeleceria a proximidade sem precedentes entre o Deus Criador e os seres humanos.  

Philip Yancey lembra que as nações ao redor de Israel “viviam sob o medo constante da imprevisibilidade de seus deuses... como adivinhar o que os irritava ou os agradava? ”. Por outro lado, ele também nos lembra que estes Dez Mandamentos, mais do que um padrão de moralidade ou requisitos básicos subjetivos de uma relação, eles deram forma a aliança, formalizando o pacto da nação de Israel com o Criador do Universo. “Ou seja, as pessoas sempre conhecerão como Deus as vê e quais as exatas condições que Ele impõe”.   

O reverendo John Stott que completaria 100 anos nesta semana (1921-2021) indicado pela revista Time como uma das cem personalidades mais influentes do mundo, ao expor este instigante tema que permeia toda a Bíblia e a história da humanidade, pontuou três sábias e fundamentais observações:

A primeira, os Dez Mandamentos foram entregues aos Israelitas pelo Deus da aliança como expressão de Sua vontade para o Seu povo. Ele o fez através da declaração: “Eu Sou o Senhor, o teu Deus...” (Ex. 20.2). A obediência aos mandamentos era parte que cabia a Israel na aliança com o Seu Senhor.

A segunda verdade introdutória, os Dez Mandamentos foram resumidos por Jesus ao juntar duas leis em uma só, amar a Deus com todo nosso ser e ao próximo como a nós mesmos (Dt. 6.5; Lv. 19.18; Mt. 22.37-39). “Destes dois mandamentos dependem toda Lei e os Profetas”, afirmou Jesus (Mt. 22.40).

E a terceira, os Dez mandamentos só podem ser obedecidos através do poder do Espírito Santo que habita naquele que crê. Paulo esclarece, Deus enviou Seu Filho “a fim de que as justas exigências da Lei fossem plenamente satisfeitas em nós, que não vivemos segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm. 8.4). Sem a obra interior do Espírito, a obediência radical do coração, exigida por Jesus no Sermão do Monte, será impossível.  

Concluindo esta breve apresentação, lembre-se de que a aliança nasce do encontro de Abraão com Deus. Ela se estabelece com o povo de Israel também pelo encontro de Moisés com Deus no Sinai. E, por fim, enquanto o povo de Deus viajava sendo alvo do cuidado, livramento, provisão, direção de Deus como um pai ao seu filho, os Dez Mandamentos apontam como as “diretrizes bem definidas e uma base sólida para que eles se tornem um povo apto a servir o Senhor”.

 

Pr. Zé

 

Compilado e adaptado de “A Bíblia toda, o ano todo” – John Stott e de “A Bíblia, minha companheira” – Philip Yancey e Brenda Quinn

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Amando as nações através da oração


 Participe conosco da segunda jornada de oração anual proposta pela Igreja Aliança do Aeroporto e a Escola de Oração – Brasil, oportunidade esta que carinhosamente estendemos a cada cristão que reconhece a necessidade de orar pelo nosso país e o mundo nestes dias.

Estaremos acompanhando o esforço global conhecido como “30 Dias de Oração” realizado anualmente por ocasião do mês de ramadã (13/04-12/05), que neste ano focará as grandes cidades do mundo.

Muitas organizações missionárias têm direcionado seus esforços de discipulado e evangelismo para as populações das cidades do mundo. Os centros urbanos oferecem novas oportunidades para a Igreja de Jesus alcançar com sua presença estratégica e com o Evangelho tanto cidadãos nativos quanto imigrantes.

As cidades são centros de influência cultural, artística e econômica. As cidades geram amplas conexões sociais, para que o Evangelho chegue a lugares de difícil acesso onde ainda não chegou. Concentrar recursos ministeriais nos centros urbanos permite que mais pessoas sejam alcançadas e, portanto, concentrar nossas orações nos centros urbanos nestes dias será um esforço valioso. 

Recomendamos que acesse a página da Escola de Oração - Brasil e baixe o guia “30 Dias de Oração” acompanhando o material devocional de apoio para a sua oração. Este material dará a você um vislumbre da vida dos muçulmanos que estão em centros urbanos, para que possamos orar pela salvação deles de forma mais eficaz.

Oraremos pelos obreiros cristãos que estão nestas cidades, para que seus esforços sejam frutíferos. Algumas cidades têm muitas igrejas e grupos cristãos servindo nelas, outras têm muito poucas igrejas ou nenhuma, mas todas precisam de oração.

Todos os dias oraremos também pelo avanço da Escola de Oração Internacional nas nações, conforme os pedidos da carta de oração mensal, e também para que o Brasil, a nossa amada nação, continue sendo uma benção para as nações do mundo.   

Todas as noites a equipe de oração dirigirá também um encontro de 30 minutos de oração pelo Zoom, às 21 horas. Imperdível!!!

A nossa segunda ênfase de oração de 2021 no ajudará você a ver como Deus está trabalhando entre nas nações e cidades do mudo para que assim possamos nos unir a Ele através da oração.

Seja bem-vindo a jornada!

Escola de Oração - Brasil | ACM Aeroporto

Conheça links importantes para orar: 

·         https://www.facebook.com/collegeofprayerbrasil

·         https://www.instagram.com/brasilescoladeoracao

·         https://www.collegeofprayer.org

·         http://www.aliancaaeroporto.com.br

·         https://www.facebook.com/aliancadoaeroporto

·         https://twitter.com/AliancaDo

·         www.30-dias.org

·         https://www.facebook.com/trintadiasdeoracao

·         https://instagram.com/30dias_br  

·         https://twitter.com/pray30days.org

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