domingo, 8 de dezembro de 2024

Segunda semana do Advento - A PAZ

 

UM CONVITE

Prepare-se para responder a Deus identificando as áreas de sua vida em que precisa experimentar a paz de Deus. Há algum pensamento ansioso que esteja lhe roubando a paz? Há alguma tensão que somente a Sua paz pode resolver? Reserve alguns momentos para levar essas coisas a Deus em confissão, oração ou escrevendo-as em um diário.

LEIA

ISAÍAS 9.6-7; JOÃO 16.33

Nossa paz deve nos separar - como uma árvore ainda de pé depois de um furacão, com escombros e caos espalhados - nossa paz deve atrair o foco de quem está olhando. Ela deve criar questionamentos na desordem e nos oferecer oportunidades de apontar para Aquele que comanda tudo. No entanto, esse testemunho não é fácil de ser obtido.

Há momentos em que você pode ver todos os motivos pelos quais sua vida está em desordem. Como blocos em uma torre de Jenga, um único bloco é retirado e você aguarda o inevitável colapso da estrutura. Você pergunta a Deus: “Onde estás?”. Pergunte-se que recursos Deus lhe oferece nessa época de vulnerabilidade. Você já se sentiu tão vulnerável?

Tenho boas notícias. Temos acesso íntimo ao Príncipe da Paz. Na verdade, temos a própria paz (Efésios 2.14a)! E, por mais vulneráveis que sejamos, podemos nos voltar para a paz e suplicar que Ele nos sustente em meio à tempestade. Podemos pedir que Ele nos dê o milagre da paz em meio à escuridão e ao caos. E quando Ele nos inundar com uma paz que ainda não vimos, as pessoas perceberão. Esse é um de nossos maiores testemunhos.

CHAMADO À ORAÇÃO

Senhor, assim como Davi, eu também peço que o Senhor me faça deitar em pastos verdejantes e me guie a águas tranquilas. Seja a minha paz. Faça de mim um testemunho de paz no conturbado mundo ao meu redor. Amém.

Justin Thornton

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Alegria para todo o povo - ADVENTO 2024


“Estou lhes trazendo boas novas de grande alegria, que são para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, lhes nasceu o Salvador que é Cristo, o Senhor”. 
Lucas 2.10b-11

Advento significa chegada, mas você provavelmente já sabia isso. O período do Advento é um tempo dedicado a lembrar a chegada de Jesus em Sua Encarnação e a aguardar ansiosamente Seu futuro retorno. O Advento é radicalmente centrado em Cristo; Ele é Aquele que está chegando. Então, qual é o nosso papel? Como reagimos à notícia da chegada de Jesus?

Nós nos preparamos. Portanto, prepare-se para responder a Deus com alegria!

Veja como a chegada de Jesus impactou a vida das pessoas ao Seu redor. Foram necessárias várias visitas angelicais para preparar José e Maria. Com uma compreensão apenas parcial, Zacarias e Isabel estavam se preparando para Jesus, antecipando o nascimento de João Batista - cuja própria mensagem se tornaria: “Preparem o caminho do Senhor! ” (veja Mateus 3.3). É muita preparação!

Quando pedi minha esposa em casamento, fiz preparativos durante meses porque esperava que fosse um momento significativo. Quando estávamos esperando o nascimento de cada um de nossos filhos, fizemos os preparativos adequados para recebê-los em nossa casa. Nós nos preparamos porque estamos na expectativa.

Nossos preparativos revelam nossas expectativas. Preparações mínimas revelam baixas expectativas. Às vezes, nossas expectativas são negativas e nos preparamos para o pior. É possível saber o que uma pessoa está esperando pela forma como ela se prepara. A arte perdida da preparação revela nossa falta de expectativa e antecipação para que o Espírito de Deus se mova entre nós e nos impede de experimentar a presença manifesta de Deus de maneira nova e plena. Se não esperamos que Deus faça algo, nos prepararemos de acordo.

Nosso papel no Advento é preparar nosso coração para receber com alegria a chegada de Jesus. A agitação dessa época pode se infiltrar e roubar nossa alegria, e o excesso de familiaridade religiosa do Advento também pode entorpecer nossa alegria. Devemos resistir a esses assassinos da alegria.

Seja determinado, e não passivo, ao se preparar para responder a Jesus com alegria neste período do Advento. Eleve suas expectativas quanto à maneira como você O encontrará. Devemos nos preparar com alegria.

James B. Rudd

 

©A ALIANÇA - Este texto é parte do devocional de Advento escrito por membros do The Alliance Writers Collective, um grupo de escritores da AC&M dedicados a se tornarem mais inspirados juntos: James B. Rudd, Marv Nelson, Justin Thornton, Michelle S. Lazurek, Wil Del Valle, Christian Ballenger.

Acompanhe aqui uma reflexão a cada domingo que antecede o Natal.

domingo, 3 de novembro de 2024

Primeira semana do Advento: A ESPERANÇA


UM CONVITE

Prepare-se para responder a Deus vindo diante do Senhor com a expectativa de encontrá-Lo em Sua Palavra. Venha na expectativa de receber uma palavra diretamente para você neste momento e em Suas sagradas Escrituras. Ore: “Espírito Santo, eu O convido a iluminar a Sua Palavra para mim, falar comigo e me capacitar para aplicar a Sua Palavra em minha vida.”

LEIA

GÊNESIS 3.15; LUCAS 1.30-33; JEREMIAS 33.14-16

Após o ministério profético de Malaquias, o silêncio caiu sobre o povo do Senhor por 400 anos. A tirania tornou-se a norma em suas vidas. Deus havia feito a promessa de um Rei que viria, mas ninguém ainda tinha visto esse cumprimento, e uma névoa de desesperança começou a cair sobre o povo de Deus. No entanto, nesse silêncio, o Senhor traz uma mensagem para a jovem Maria. Essa mensagem é de esperança.

O mensageiro de Deus traz notícias do Senhor a uma adolescente de que, finalmente, a promessa que o Senhor fez está cumprindo. A primeira promessa no Jardim, e todas as promessas anteriores sobre Aquele que viria, está agora se desenrolando diante de seus olhos. Essa promessa cumprida também traz consigo a esperança do cumprimento de todas as outras promessas feitas ao povo de Deus.

Ela, Maria, é aquela que carregará essa grande esperança. Ela, altamente favorecida e abençoada, tem a honra de carregar a esperança em seu ventre, de levar a esperança ao mundo e de ver a esperança crescer na alma de todos que encontrarem seu Filho. O advento de seu jovem Filho será a centelha de esperança que acenderá uma nova esperança - não apenas para os judeus, mas também para o resto do mundo.

Deus disse que a esperança viria, e a esperança veio, e o nome da esperança é Jesus! Agora temos uma nova promessa, a promessa de Seu retorno! Caminhemos nessa esperança e aguardemos com expectativa o retorno de nossa esperança: Jesus!

CHAMADO À ORAÇÃO

Que possamos depositar nossa esperança Naquele que está por vir, o prometido que veio e voltará. Assim como Ele cumpriu Sua promessa naquela época, podemos ter esperança de que Ele cumprirá Sua promessa novamente!

Senhor, em um mundo sem esperança, preciso da esperança que só Tu podes trazer. Dê-me a capacidade de confiar em Ti e em Tuas promessas hoje. Permita-me ver os momentos da minha vida em que Tu estás cumprindo Tuas promessas e me fortaleça para viver uma vida de esperança hoje. Amém.


Por Marv Nelson


quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Ester – Os caminhos estratégicos do Senhor

  


Quando foi a última vez que você esteve no lugar certo, na hora certa?

As pessoas contam histórias de como conseguiram um emprego, conheceram seu cônjuge, ganharam prêmios e descobriram verdadeiras pechinchas, tudo porque estavam no lugar certo, na hora certa. Com que frequência, esses lampejos aparentemente acidentais de boa sorte são explicados por palavras como “tinha que ser assim”. Se a proposta de trabalho tão esperada se concretiza, tinha que ser assim. Se o relacionamento vai de vento em popa, tinha que ser assim. Do contrário, se o emprego não vinga e o relacionamento azeda, não tinha que ser assim.

O que existe por trás dessas palavras? Estamos usando um modo indireto de nos referirmos à mão de Deus agindo em nossas vidas? Ou atribuímos nossos sucessos e fracassos à mão genérica e impessoal do destino?  

Ester teve várias dessas experiências afortunadas. Escolhida como candidata a rainha, caiu nas graças do rei e adquiriu o status de realeza. Estava no palácio no momento em que se tramava uma conspiração para matar os judeus. Esperou por um segundo banquete para apresentar seu pedido ao rei, dando-lhe tempo, sem o saber, de se informar sobre o gesto de Mardoqueu que salvou sua vida. Diversas vezes, Ester se encontrou no lugar certo, na hora certa para livrar seu povo. As circunstâncias nesse caso não se enquadram na ideia do “tinha que ser assim”. Antes, foram provocadas por um Deus soberano que tinha um plano para a vida de Ester e seu povo.

Servimos o mesmo Deus que os judeus na época de Ester. Ele nos diz: “De fato, eu, o Senhor, não mudo” (Ml. 3.6). O modo como Ele se move em nossas vidas pode parecer um pouco diferente daquele do Antigo Testamento, mas nem Deus mudou, nem seus propósitos. Assim como Ele tinha um plano para seu povo na época, hoje Ele tem um plano para aqueles que lhe pertencem. Podemos confiar que sempre que nos encontramos na hora certa, no lugar certo, a mão do Senhor está presente.

Você se questiona quanto aos lugares para os quais o Senhor o tem conduzido? Ou quanto aos fracassos e oportunidades perdidas? Peça a Deus que o ajude a enxergar sua vida pelos olhos d’Ele. Coloque-se sob os cuidados d’Ele, confiante em que seu bom propósito será cumprido.

“Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes” (Tg. 1.17). Devemos agradecer a Deus cada golpe da sorte, cada dádiva providencial. Às vezes, são bênçãos simples. Outras vezes, são formas estratégicas de cumprir os propósitos maiores que Ele nos reserva.  

 

Philip Yancey A Bíblia, minha companheira [p.193]

sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Coragem para a missão - 2 Timóteo



“Meu filho, seja forte por meio da graça que há em Cristo Jesus. ” 2Tm. 2.1

O ministério do Apóstolo Paulo está prestes a terminar. Sua vida influente e sua longa jornada na missão de Deus está chegando ao fim. Como um visionário, Paulo enxerga entre seus muitos colaboradores no ministério um jovem que poderá dar continuidade a essa influência e missão.

A carta de 2 Timóteo é um encorajamento de um mentor experiente no fim da sua carreira ao seu jovem candidato a sucessor na jornada do ministério. Nesse sentido, Paulo procura animar Timóteo à realidade da vida no serviço a Cristo e à Sua igreja.

Num primeiro momento Paulo está incentivado seu amigo e discípulo a acolher e avivar a chama de seu chamado (1-2). Em seguida, ele orienta Timóteo a tomar todo cuidado com os mestres corruptos, combatendo com a verdade de Deus o câncer de suas mentiras (2-3). Finalmente, Paulo convoca Timóteo a um último encontro presencial e pessoal com ele, que significará alívio para o sofrimento do velho apóstolo e posicionamento e coragem para a missão do evangelho deste jovem discípulo (4).

No lindo sermão musical de Marco Telles intitulado “Amado Timóteo”, temos a brilhante e incômoda indagação: Como chega ao fim a jornada de um homem de Deus? Ao ler e refletir sobre o final da caminhada do velho Paulo achamos tudo o que precisamos para enfrentar com coragem e paixão não apenas os primeiros, mas todos os dias, e cada um deles na perspectiva do evangelho.

A jornada é, antes de tudo, divina. Não importa tanto quão longa será ou quanto tempo durará. Importa, sim, com quais pessoas você a percorrerá. A. W. Tozer afirma: “No caminho cristão, o importante não é nossa velocidade, nem a distância percorrida, mas a direção que tomamos”.

Timóteo ouviu Paulo: “Meu filho, seja forte por meio da graça que há em Cristo Jesus” (2.1). Paulo ouviu o Senhor Jesus e escreveu: “o tempo da minha partida chegou. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé... o Senhor esteve ao meu lado e me revestiu de forças, para que eu pudesse anunciar as boas novas plenamente" (4.6, 7, 17).

A corrida é longa, cansativa e repleta de obstáculos e até de alguns tropeços. Mas não desista. Viva como um cristão. Seja forte na força que o Senhor já te deu. Sim, Ele jamais desiste dos Seus. Ele caminha ao seu lado e te reveste de coragem. Lute, corra, espere, pois a linha de chegada está logo ali.


Pr. Zé



sábado, 6 de julho de 2024

A Igreja em Revitalização

 

 


Pensar na revitalização da igreja é reconhecer a urgente necessidade de voltar às bases do evangelho e permitir que ele transforme a nossa mentalidade. É reafirmar a natureza essencial da igreja, muito além da sua institucionalidade ou seu edifício e estrutura material. Revitalizar é redescobrir e desfrutar o organismo vivo planejado Deus, conquistado por Cristo, e apresentado pelos apóstolos em todo o Novo Testamento no poder do Espírito Santo.

Desde o início do ano passado, como liderança da igreja do Aeroporto estamos fazendo muitas perguntas: Por que a igreja não cresce como deveria? O esvaziamento de muitas igrejas, como a nossa, vem de uma causa objetiva? De fato, a igreja é importante? Então, por que ela luta com tanto descrédito em nossos dias? Qual a relevância da igreja para a atual geração? Como será a igreja que virá depois de nós?

Pessoalmente creio que a igreja que deseja a vitalidade prometida nas Escrituras precisará voltar-se continuamente para Deus e a Sua Palavra. A revitalização da igreja está profundamente relacionada à natureza do próprio Deus. Quem Ele é, e o que revela sobre Si mesmo. Ele criou o ser humano à sua imagem e semelhança, para o relacionamento com Ele e a representação do nome dele (Gn. 1.24-28). Imerso nessa relação de amor e obediência nos tornamos discípulos. A igreja em comunhão e missão para a tocar pessoas e abençoar o mundo.  

Foi nos primeiros meses deste ano que começamos a aprofundar esse fundamento, encorajando a toda igreja a buscar mais de Cristo. Mais da intimidade com Deus, mais da influência para Deus. Estamos convictos de que o Grande Mandamento (Mc. 12.30-31) e a Grande Comissão (Mt. 28.16-20) que sintetizam nossa visão como igreja, andam juntos; não é possível viver um sem o outro. Em outras palavras, a plenitude leva ao cumprimento. A doutrina sadia precede a vida de obediência. A crença e o aprofundamento no evangelho produzem atitudes condizentes e coerentes com a pessoa de Cristo.

Portanto, é perseverando no caminho desafiador do evangelho de Jesus Cristo que a igreja retorna à sua identidade (o que ela é) e ao seu propósito (o que ela faz) originais, sendo a expressão viva do amor transformador, e experimentando a luz que ilumina o mundo em trevas.  

Concluímos, assim que a tarefa principal e mais importante da igreja hoje é trabalhar para que as pessoas cresçam em seu relacionamento com Deus e sejam capacitadas a representar Deus no mundo.

Dwight Smith, observa cinco qualidades, ou valores fundamentais desta igreja revitalizada que aprofundaremos em julho e agosto:

1. Passar tempo com Deus diariamente em Sua Palavra, guiados pelo Espírito Santo; 

2. Contar nosso testemunho da graça que nos alcançou e nos mantém, compartilhando diariamente a outros o que Deus fez e está fazendo para perdoá-los e usá-los para Sua glória;

3. Usar e desenvolver os seus dons espirituais para servir a igreja e transformar o mundo necessitado;

4. Crescer no caráter e no fruto do Espírito Santo revelando a face de Cristo a todos aqueles com quem nos relacionamos no dia a dia;

5. Administrar todos os seus bens para a glória de Deus – dinheiro, casamentos, posses, tempo – não sendo acumuladores, mas doadores e abençoadores.

Termino com mais algumas perguntas: Como discípulo de Jesus hoje,  você está servindo com seu dom seus vizinhos, familiares, amigos e colegas de trabalho? Você tem investido tempo para se relacionar e servir as pessoas do seu círculo de responsabilidade a fim de compartilhar o amor de Deus a elas?

Seja bem-vindo à mudança de mentalidade que transforma pessoas e redime o mundo de volta ao Criador!

Pr. Zé 

sexta-feira, 7 de junho de 2024

COLOSSENSES


 

 “O mistério que estivera oculto dos séculos e das gerações, agora, todavia, se manifestou aos seus santos... entre os gentios, isto é, Cristo em vós, a esperança da glória. ” Cl. 1.26-27

 

Nossa série de mensagens deste mês em Colossenses nos mostrará Cristo no centro da vida e da comunidade de fé como um especial encorajamento à intimidade e à missionalidade hoje. Ela nos revelará mais sobre como ser pessoas que oram e avançam, avançam e oram. E, sendo Igreja, como nos mantermos no caminho que nos permite crescer como família que crê e age, age e crê transformando a realidade ao nosso redor.

A narrativa bíblica acontece por volta do ano sessenta depois de Cristo. Paulo está preso na grande cidade de Roma, sob domínio de Nero, por anunciar a mensagem do Cristo vivo e exaltado. Mas é por meio de seu companheiro de ministério Epafras, que ele conheceu inicialmente em Éfeso, que agora toma conhecimento da bela história da comunidade da cidade de Colossos, que naquele exato momento estaria sob risco e pressão de heresias místicas e legalismo religioso.

É apresentando este mesmo Cristo exaltado e glorioso, a quem Paulo honra com seu trabalho e seu sofrimento, que ele convoca seus colaboradores Tíquico e Filemom a serem os portadores desta carta de encorajamento à vida profunda e à vida missionária, que somente se tornará possível no poder do Cristo ressuscitado e exaltado.

A tese de Paulo aos colossenses e a nós hoje é simples, mas de grande profundidade. Se Cristo habita em você, e se você habita em Cristo, a plenitude da Sua vida gloriosa o levará a crescer e dar muitos belos e variados frutos. A mente e o caráter do Cristo estarão no centro da vida e de tudo que fizermos. Portanto, é precisamente o Espírito do Cristo exaltado quem nos conduz à intimidade e à missionalidade. Só nele nossa vida crescerá e o reino avançará. Sem Ele nossa vida estagnará e perderemos o privilégio de desfrutar a aventura de avançar o Seu reino e ver Sua glória.

Esperamos você!


Pr. Zé

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TIAGO: A fé que ora e age – A urgente coerência entre palavras e obras

  “Como veem, a fé por si mesma, a menos que produza boas obras, está morta”. Tiago 2.17 No início da igreja em Jerusalém, o apóstolo Tia...