sábado, 11 de agosto de 2018

REINO de Deus & Futebol




“Nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou ‘Lá está’; porque o Reino de Deus está entre vocês”. (Lucas 17:21)

Ao examinarmos os Evangelhos, é possível perceber com clareza que o reino de Deus é o centro da mensagem de Jesus.  A frase ocorre quase 50 vezes em Mateus, 16 vezes em Marcos, cerca de 40 vezes em Lucas, e três vezes em João. O reinado de Deus é o “fato” que alimenta e motiva sua atuação e proclamação, está, portanto, no centro de sua missão. Sua própria vida está decisivamente formada pela expectativa do Reino de Deus; Sua vida é celebração deste Reino e exemplo de como viver nele, ou seja, seu modo de ser e agir também são reveladores do reino de Deus.

Ao longo do tempo, o Reino de Deus se desenvolve como preparativo do advento.  Na história dos israelitas, que ansiavam a libertação de toda opressão, assim como receberam a libertação do Egito. Sua compreensão começa com o messianismo judaico, passa pelos livros apocalípticos velho-testamentários e permanece viva através de João Batista no deserto.

Em Jesus, este Reino esperado é proclamado e vivido. Na busca de ensinar àqueles que o seguem, Jesus de modo pedagógico se utiliza de parábolas fazendo-os intuir o que era o Reino de Deus e as consequências de entrar na sua dinâmica. Jesus, não explica diretamente o que é o Reino de Deus, mas mostra com exemplos. Seus gestos de acolhimento aos necessitados, cura aos enfermos. Sua prática de estar junto e trazer dignidade àqueles de quem ninguém se importa, é sinal que o Reino já chegou e age através de Jesus e de todos (as) acolhem sua proposta. Diante disso, todos (as) que foram acolhidos pelo amor de um Deus misericordioso e bom, que nos amou primeiro e incondicionalmente a ponto de enviar o seu único Filho para morrer a nossa morte para nos dar vida e vida plena.

QUAL É A RELAÇÃO DO REINO DE DEUS E O FUTEBOL?

Consta que Charles Miller, um brasileiro que estudava na Inglaterra e lá teve contato com o futebol e, em 1894, trouxe uma bola e um conjunto de regras para o Brasil. A primeira partida de futebol no Brasil foi realizada em São Paulo, no dia 14 de abril de 1895. O futebol tornou-se um esporte tão cosmopolita que suas regras são aplicáveis há tanto tempo e em países e contextos tão diferentes e ainda assim, todos o entendem, como uma língua universal, como paixão global.

Uma bola. Vinte e dois atletas em campo. Estádios lotados. O planeta ligado no espetáculo esportivo que une nações e supera desigualdades. Na Copa do Mundo, futebol é assim. São 32 países dos cinco continentes, entrelaçando raças, culturas, idiomas, formando um mosaico amplo, onde nações se unem, superando as diferenças.

E justamente analisando e vivenciando o futebol e sua capacidade de envolver pessoas de diferentes nações, tribos, povos e línguas, surge a organização missionária cristã Ambassadors Football que busca difundir as Boas Novas de Jesus para o mundo todo por meio da plataforma do futebol.

Ambassadors Football desde 1990

Em 1990, o Ambassadors Football começou com o nome Ambassadors In Sport (AIS) em Bolton, Inglaterra. Eles continuaram trabalhando sob AIS até 2013, no qual eles mudaram para o nome atual. O ministério foi fundado por um grupo chamado Atletas Missionários Internacionais e o objetivo desde o início era focado em formar parcerias com igrejas e organizações cristãs para desenvolver programas de futebol.

Ambassadors Football no Brasil procura ajudar a equipar as igrejas para cumprir o chamado de Deus de fazer discípulos de todas as nações usando o futebol como uma ferramenta para o ministério. 

O Ambassadors brasileiro tem sido muito ativo através de viagens de curto prazo, tendo enviado equipes missionárias para Irlanda, Chile, África e Sérvia para ajudar esses ministérios em nível local. O Brasil forneceu também assistência no estabelecimento do trabalho de Futebol dos Embaixadores no Chile.

Hoje o trabalho é realizado por meio de acampamentos de futebol, clínicas, programas penitenciários e escolares, missões transculturais de curto prazo e projetos (equipes masculinas e femininas). O trabalho é feito, principalmente através do treinamento para o ministério de futebol chamado TREC - Training Resourcing and Equipping Churches, uma vez por ano. O objetivo é ver o Evangelho de Jesus transformando indivíduos e comunidades através do ministério do futebol.

Clínicas e torneios de futebol com um propósito
Diante dos dados supramencionados constatamos que crianças e adolescentes apresentam em uma fase em que é possível utilizar o seu processo de aprendizagem a seu favor e dessa maneira imbuí-los de valores morais, éticos e sociais independente de sua classe social. Verificamos que os projetos missionários utilizando a modalidade do futebol, têm como objetivo claro de integrar as crianças a partir de 07 anos de idade, e também os adolescentes até 16 anos à sociedade através do esporte, e especificamente o futebol, criando neles uma consciência de cidadãos, uma vez que usam da disciplina, espírito coletivo, lealdade, solidariedade, determinação e agir consciente que o futebol exige de seus praticantes.

E essa participação se forma através das clinicas de futebol, e isso se dá a partir do momento que lhe é mostrado a possibilidade de transformar a sua consciência social, psicológica, física, política e principalmente o seu senso crítico. Nós missionários e voluntários do Ambassador Footbaall acreditamos que o futebol educa, socializa, desperta habilidades, possibilita o desenvolvimento do intelecto, despertando a fé à medida que compartilhamos a Palavra de Deus com esses meninos e meninas que muitas vezes estão em situação de vulnerabilidade social, é simplesmente extraordinário ver o que Deus tem feito em nós primeiramente, quando nos dispomos a ser os instrumentos pelos quais nos entregamos para compartilhar a mensagem do Reino de Deus com esses meninos e meninas, não apenas presenciamos varias vezes um quebrantamento vindo do Pai celestial, como conversões genuínas de famílias inteiras.

Sendo assim, o esporte além de melhorar a saúde e reduzir o estresse, é considerado como manifestação cultural e elemento disciplinador, contribuindo para o aprendizado para viver em sociedade, aceitar os desiguais, perdendo ou ganhando. Tendo esses valores como referência, podemos dizer que o esporte proporciona a possibilidade de reunir pessoas independentes da classe social, religião, cor, sexo, ou seja, as pessoas aproximam-se pelo simples prazer de jogar. Deste modo, creio e constato que o futebol é uma poderosa ferramenta de integração social e para propagação do Evangelho de Jesus Cristo. 

Deus os abençoe!

Luciano Silva, é pastor e serve também ao reino como missionário-voluntário de Ambassadors apoiando Projetos na Zona Sul de São Paulo junto as igrejas Metodistas do Brasil. 


terça-feira, 24 de julho de 2018

A Família de Volta ao Jardim




“O Senhor Deus colocou o homem no jardim do para cuidar dele e cultivá-lo.” (Genesis 2.15)

Lemos nas Escrituras que a família foi criada por Deus e plantada por Ele Mesmo num jardim que pessoalmente governava. A vida ali era descomplicada, especialmente, porque aquele que criou o jardim e a família estava presente, e tudo conduzia com Sua Palavra de ordem e graça.

Mas lemos também, mais adiante no Livro dos Começos que pelas escolhas da família a crise se instalou; e pior, se agravou trazendo sérias e complexas consequências que não apenas perduram, mas se agravam de geração em geração.

Na Série deste bimestre olharemos para a família buscando entender porque o “ser família” em nossos dias tornou-se uma tarefa tão complexa e desafiadora. 

  • Por que a família está sofrendo tanto hoje em dia? 
  • Existe um caminho para que a família descubra (ou redescubra) sua verdadeira identidade e vocação no mundo de hoje? 
  • Por que o plano original do Criador ("cuidar e cultivar") tornou-se um peso? E, em muitos casos uma obrigação tão opressora para a maioria das famílias nesta geração?

Sua família será bem-vinda!
Voltar ao jardim pode ser o início de uma grande transformação. Reconsiderar a proposta original revelada nas Escrituras Sagradas pode ser o início para uma especial mudança. 

Buscar a vida íntima e profunda com o Criador e Senhor da família certamente produzirá frutos inimagináveis e o equilíbrio tão fundamental para, não penas para a sobrevivência, mas para a recuperação do papel decisivo da família no mundo de hoje.

Considere caminhar conosco pelas Escrituras até o jardim de Deus. Você vai se encantar com a beleza; Você vai se surpreender com o perfume. Você irá deliciar-se com os saborosos frutos plantados, cuidados e colhidos para você e sua família. 

Venha com a gente!

Pr. Zé

terça-feira, 26 de junho de 2018

Viva por MAIS




“Qual é a vantagem de se conquistar tudo que se deseja e perder a si mesmo?” Lucas 9.26

Por que lutamos, competimos e corremos tanto? 

Uma boa reflexão pode ser o primeiro passo da caminhada rumo a uma grande mudança: a verdadeira identidade. Sim, devemos voltar ao foco, ao propósito maior pelo qual cada um entra neste decisivo “jogo” chamado vida.

Creio que os 90 minutos de uma partida de futebol pode servir como um espelho dos 90 anos (um pouco menos ou um pouco mais) da jornada de vida de uma pessoa. E a pergunta que surge então é: como estou vivendo? Como estou empenhando os preciosos minutos, dias e anos da minha caminhada neste mundo?

A vida, como o jogo, traz muitas emoções e surpresas, alegrias e tristezas, vitórias e derrotas. Você está satisfeito com sua maneira de viver? Sente-se realmente realizado ou anseia por mais? 

É um fato, os 90 minutos do jogo de futebol se esgotam; queiramos ou não, os 90 anos da nossa jornanda de vida também chegam ao seu final. Fica a pergunta: sua vida cumprirá o propósito para qual foi criada? Você e eu não sabemos o exato momento em que o Justo Juiz trilhará o apito “fechando as cortinas do espetáculo” chamado vida. O que o futuro revelará a nós? A tristeza da derrota ou as honras da vitória e da gloriosa e eterna recompensa?  

“Deseje que sua vida conte algo importante! Anseie que sua vida tenha significado eterno.” (John Piper). As Escrituras revelam que “Em todas essas situações temos a vitória completa por meio d’Aquele que nos amou.” (Rm. 8.37); ou seja, cada participante do jogo da vida pode acessar a promessa do Supremo Treinador: “Eu vim para que tenham vida, a vida completa.” (Jo.10.10).

Hoje é um ótimo dia para refletir: para quem, de fato, estou vivendo?

Pastor Zé


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Veja a história 



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Jejum e Oração pela Família e Nação




“E tudo o que pedirem em oração, se crerem, vocês receberão." (Mateus 21.22)

Participe da jornada de “Jejum e Oração pela Família e Nação” intercedendo para que cada família cristã possa perseverar no Evangelho mesmo diante das circunstâncias adversas; Clamando para que a nação brasileira receba graça e misericórdia do Senhor que ilumine as eleições, a recuperação da economia, saúde, segurança, construindo assim, uma nação cada vez mais justa e digna.

Envolva-se nesta promessa do Senhor, pedindo e recebendo por 31 dias (15/06 a 15/07), 31 minutos cada dia – preferencialmente no seu primeiro horário da manhã para juntos buscarmos as preciosas bênçãos do Pai Celeste para nossos lares e nosso país. (Dica: programe seu relógio para 4h31 ou 5h31 ou 6h31 ou 7h31, etc., fixando assim, sua mente e coração neste desafio precioso e prático de fé).

Nas sextas-feiras dedicaremos um período de pelo menos 12 horas em jejum (sugerimos da noite de quinta até o almoço de sexta) para encontrar Deus e apresentar nossos queridos a Ele em intercessão.

Para sua orientação sugiro a leitura destes quatro breves artigos sobre a disciplina do jejum e oração:




Acompanhe os pedidos e agradecimentos diários aqui pelo e-mail (aliancaaeroporto@gmail.com) ou pelo Facebook (https://www.facebook.com/groups/200234417210694/).

Vivendo o chamado da oração juntos,


Equipe de Oração Aeroporto

sábado, 26 de maio de 2018

O Livro do Homem sem Deus - ECLESIASTES




“Lembre do seu Criador enquanto você ainda é jovem, antes que venham os dias maus e cheguem os anos em que você dirá: ‘Não tenho mais prazer na vida.’” Eclesiastes 12.1

Os seres humanos estão sempre tentando ser mais do que são ou mesmo ser outra pessoa. Na busca pelo sentido e o prazer, as pessoas tentam de tudo: dinheiro, sexo, poder, aventura e conhecimento.

No início, tudo parece promissor, mas depois nada parece nos satisfazer. Intensificamos os esforços e, quanto mais nos dedicamos a algo, menos extraímos dele. Com o passar dos anos, a rotina e o tédio nos tornam cada vez menos humanos. E a experiência do fim da morte é a demonstração cabal da futilidade da vida.

Eclesiastes está na Bíblia exatamente para nos alertar contra as nossas fúteis tentativas de fazer algo por nós mesmos, ao invés de, prestarmos toda a nossa atenção em Deus, e assim descobrirmos que, de fato, é Deus que empreende fazer algo especial de nossas vidas.

Eclesiastes, na verdade, não diz muito acerca de Deus. O Sábio Pregador deixa este tópico para os outros 65 livros da Bíblia. Eclesiastes tem a tarefa de expor a total incapacidade humana de encontrar sentido e a completude da vida por nós mesmos.

Eclesiastes faz uma limpeza geral em nossa alma orgulhosa (cética ou religiosa) nos preparando para a visitação de Deus, revelada em Jesus Cristo. Eclesiastes é como João Batista nos chamando ao arrependimento e à limpeza dos nossos pecados e fracassados caminhos.

Lemos Eclesiastes para nos lavar e ficar limpos da ilusão, das opiniões e ideias idólatras, e dos sentimentos que nos levam à revolta e a morte. Estudamos Eclesiastes para nos libertarmos da expectativa arrogante e equivocada de que podemos viver as nossas vidas por nós mesmos.

Eclesiastes desafia o otimismo ingênuo das propostas sedutoras e suntuosas dos seres humanos que nos prometem tudo, mas que não entregam nada, e nos revela a verdadeira realidade: Deus a quem somos chamados a confiar e adorar.


Pr. Zé – Texto adaptado da apresentação de Eclesiastes da Bíblia A Mensagem, Por Eugene Peterson.   

terça-feira, 1 de maio de 2018

Inspiração que vem da História





“Lembrem-se dos seus líderes... observem bem o resultado da vida que tiveram e imitem a sua fé. Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre.” (Hebreus 13.7,8)

Acredito muito numa inspiração que brota da História de homens e mulheres de Deus, e torna-se um legado motivador que gera muitíssimos frutos na vida dos verdadeiros discípulos.

Ser um discípulo implica em seguir um mestre. Caminhar em seus passos. Desenvolver uma relação onde flui sabedoria e inspiração. Se hoje você é de fato um discípulo você também está fazendo discípulos.
Durante a nova Série de Mensagens de Maio, faça uma avaliação franca da sua jornada como discípulo de Cristo: Quem inspira você? Quem são os seus mentores? Que motivos moldam suas intenções e ações na caminhada cristã?

Do mesmo modo que no meio corporativo fala-se muito de foco e eficácia, no meio cristão, ouvimos bastante hoje em dia sobre intencionalidade e missionalidade. Embora eu concorde com os críticos da falta de resultados na empresa, e a falta de visão e propósito efetivo de muitas igrejas, não posso deixar de apontar a estes, ao algo que considero essencial, e que denomino de “motivacionalidade”.

O que eu quero dizer com isso? Estou convencido de que abaixo da superfície das ações, há o fundamento da elementar da motivação. Isto remete a outra pergunta: Com que finalidade e motivos, eu estou realizando a missão, o ministério que o Mestre a mim confiou? 

Para que não caiamos na armadilha do orgulho, da manipulação e do poder precisamos, desesperadamente, vigiar o coração. Mas como dominar tais desejos, ou melhor, como mortificar tais paixões que emergem do mais íntimo do coração?

Acredito que é aqui que entra a figura do mentor. A pessoa do diretor espiritual. A figura colocada por Deus em nossa vida que se torna referência presente de Jesus, “o mesmo, ontem hoje e para sempre”. Um tipo de irmão e amigo, que influencia nossas escolhas, e que inspira, molda e dá direção às nossas ações e corações famintos da paternidade divina!

Homens e mulheres que já percorreram o caminho muito antes de nós. Pessoas que nos servem como modelos assim como os personagens bíblicos e os nossos pais. Gente como a gente, mas que viveram com alto nível de “motivacionalidade” e tornaram-se referência digna de ser imitada.

Neste mês olharemos para a História de AW Tozer, AB Simpson, Paula Bonhoeffer, entre tantos que não apenas agiram com foco, resultando em muitos frutos, mas também purificaram seus motivos por meio de uma vida de oração e uma total obediência ao Senhor da História. 

Pr. Zé

segunda-feira, 26 de março de 2018

As Palavras da CRUZ


No mês de Abtil buscaremos desenvolver uma visão íntima dos acontecimentos da Páscoa a partir dos olhos do próprio Jesus por ocasião da sua morte. 
Os Evangelhos registram sete frases curtas, porém significativas, que juntas lançam luz sobre a obra da cruz na história da humanidade. 
Nenhum dos evangelistas registrou todas elas. Mateus e Marcos mencionam uma (o grito de abandono), enquanto que das seis restantes, Lucas registra três e João três.
A igreja considera as chamadas sete palavras da cruz como reveladoras do lado desconhecido dos pensamentos de Jesus. Nenhuma delas foi proferida com amargura ou como queixa. Como veremos, cada uma delas é uma expressão de seu grande amor por nós, de sua terrível incumbência de carregar os pecados do mundo, ou de seu triunfo e vitória finais, conforme registra tematicamente o reverendo John Stott:
1. A oração por seus executores: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc. 23.34);
2. A salvação de um criminoso: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso.” (Lc. 23.43);
3. A recomendação de sua mãe: “Aí está o seu filho... aí está a sua mãe.” (Jo.19.26-27);
4. O grito de abandono: “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?” (Mt. 27. 55-46);
5. A agonia da sede: “Tenho sede.” (Jo. 19.28);
6. O brado de triunfo: “Está consumado!” (Jo. 19.30);
7. A entrega final: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lc. 23.46).
Nas três primeiras palavras da cruz podemos descobrir Jesus Cristo como nosso exemplo, e na quarta e quinta palavras, como o Salvador que carregou cada um dos nossos pecados. Agora, nas duas últimas, Ele aparece como vencedor, pois elas expressam a grande vitória que Ele conquistou para Deus, o Pai e para nossa redenção.
Neste mês em que celebramos a Páscoa, devemos vir novamente e humildemente à cruz, lembrando que não merecemos nada a não ser o juízo de Deus, implorando por misericórdia, que Cristo nos libertará da culpa do pecado e do pavor e condenação da morte eterna.
Extraído e adaptado do Livro Devocional “A Bíblia toda, o Ano Todo,” de John Stott
Pr. Zé

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    “Vocês não me escolheram; eu os escolhi. Eu os chamei para irem e produzirem frutos duradouros , para que o Pai lhes dê tudo que pedir...