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segunda-feira, 8 de outubro de 2018
O que é a Oração do Senhor?
sexta-feira, 28 de setembro de 2018
Conferência Missionária Nacional
“Toda a glória seja a
Deus que, por seu grandioso poder que atua em nós, é capaz de realizar
infinitamente mais do que poderíamos pedir ou imaginar”. Efésios 3.20
Será um enorme
privilégio receber a Família Aliança e várias outras igrejas parceiras de muitos lugares do Brasil no Sábado 27 de Outubro.
Você é nosso convidado especial. Venha participar e orar pelas nações!
Desde já pedimos que ore pela Conferência que foi
preparada com o intuito de levar cada participante a conhecer mais da missão pelo mundo desafiando-os a serem missionais à partir de onde estão.
Ore conosco pelo preletor Timóteo Carriker.
Consultor Missiológico, autor de nove livros e
mais de 120 artigos acadêmicos. Editor geral da Bíblia Missionária de Estudo. Que Deus use sua vida desafiando os participantes a de
fato verem "o legado do passado, para a missão do presente".Ore pelas oficinas que serão oferecidas: a) Como integrar fé e trabalho: Nossa profissão a serviço do reino de Deus - Jeremy Warden; b) Missões Mundiais - Dr. Jura Yanagihara; A missão do presente e os desafios do futuro - André Souza.
Peça pelas crianças que terão um
tempo especial para ouvir, como desde pequenos já podem servir ao Senhor.
Peça finalmente pela equipe do DMA - Departamento
de Missões da Aliança que estará cuidando de todos detalhes para que igrejas
sejam encorajadas, o reino de Deus avance e mais vidas se unam para abençoar as
nações.
Faça sua
inscrição!
Através do site https://missoes.eventbrite.com.br Crianças até 07 anos não pagam. Juniores entre 08 e 12
anos pagam R$ 55,00 por pessoa. A partir de 13 anos pagam o valor integral e
podem utilizar o código promocional para obter o desconto (fale com Bruno:12.99192-6626).
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Pr. Zé (integrante do DMA)
Juízes – Graça em Tempos de Rebelião, Apostasia e Decadência
“Naquele tempo, não havia um Rei em Israel. As
pessoas faziam o que bem entendiam”. (Juízes 17.6; 21.25)
Sexo,
violência, estupro, massacre, brutalidade e fraude... ficamos chocados, de certo modo, quando
lemos o livro de Juízes, pois nos deparamos com uma situação caótica.
Quando
pensamos sobre o tema principal da Bíblia – Deus e salvação, viver bem e amar profundamente
– é muito natural querer
encontrar nas suas páginas, líderes bons, nobres e confiáveis, capazes de poder
apontar o melhor caminho.
Acontece que
Deus não precisa de pessoas boas para realizar coisas boas. Ele pode, e de
fato, usa qualquer pessoa independente da condição moral ou espiritual em que
elas se encontrem. Deus
realiza suas obras mais admiráveis usando as pessoas mais improváveis
(isso é graça!).
Se Deus
encontrou uma maneira de incluir significativamente esses líderes (“juízes”) naquilo
que, como sabemos, caminha para um desfecho glorioso, Ele certamente poderá usar você ou eu, bem
como nossos amigos e vizinhos, muitas vezes candidatos improváveis, naquilo que Ele está realizando
hoje.
A mensagem
se repete no livro: “Naquele tempo, não havia um Rei em Israel. As
pessoas faziam o que bem entendiam”. Mas o leitor da Bíblia sabe que havia
sim um Rei em Israel. Então, embora a falta de um rei humano fosse a causa da anarquia moral e política,
a presença do Deus soberano, por mais velada que fosse, significava que a realidade do Reino nunca está
em dúvida.
Não nos iludamos com os reis, líderes humanos, pois o projeto do Reino de Deus só
depende do Senhor e Rei Soberano que conduz a História.
Enquanto
oramos com dedicação pelo nosso Brasil em tempos de grandes dificuldades, não
percamos de vista, nem deixemos de confiar e esperar naquele que em todo tempo age com graça e misericórdia, avança
o Reino e redime as nações.
Pr. Zé – texto
adaptado de Eugene Peterson.
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Com que atitude devemos orar?
Com que atitude devemos orar? Com amor, perseverança e gratidão; em humilde
submissão à vontade de Deus, sabendo que, por amor a Cristo, ele sempre ouve
nossas orações.
Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as
vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e a súplica,
com ação de graças. FILIPENSES 4.6
A oração hipócrita é um oximoro; hipocrisia e
oração simplesmente não combinam. Qualquer coisa que chamarmos propriamente de
oração deve estar divorciada da hipocrisia. O Senhor nos ensina isso nos
Evangelhos, ao falar sobre aqueles que oram procurando ouvintes; para esses, a
oração é uma exibição. Se estiveres orando por algum tempo, sabes que não
necessitas de um auditório para que a oração seja exibição. Às vezes estamos
olhando para nós mesmos quando oramos. Admiramos a eloquência do nosso apelo.
Gostamos da frase bonita. Nisso, nossa oração passa de ato de comunhão com Deus
para uma demonstração de orgulho.
A verdadeira oração é uma expressão de amor. A
verdadeira oração é uma expressão de perseverança. É expressão de gratidão.
Por que amor? Porque, na oração, comungamos com
Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo. Estamos orando ao Pai em nome do
Filho por meio do Espírito. No ato de orar, estamos tendo prazer neles e os
conhecendo melhor, comungando com eles. Como a oração pode ser comunhão sem
amor?
Na oração, deve haver também perseverança,
firmeza, insistência e um ato contínuo de bater à porta. Tal perseverança é
necessária para prevalecer contra nossa carne. A carne luta contra o espírito.
E olha, quando estamos orando, não é que muitas vezes nossa mente vagueia, se
distrai? Quando oramos, às vezes experimentamos nossa fragilidade, nossa
fadiga, nossa fraqueza. Já caí no sono orando, do jeito que os apóstolos de
nosso Senhor fizeram no jardim de Getsêmani. Portanto, precisamos de
perseverança, precisamos daquela persistência nas coisas de Deus, empurrando
para fora as distrações do mundo, novamente crucificando a carne, para que
tenhamos essa plena comunhão com o Senhor.
Finalmente, a oração tem de ser uma expressão de
gratidão. Contemos as bênçãos do Senhor. Marquemos suas providências. Que
observemos as interrupções divinas que têm rompido em nossas vidas, a fim de
recebermos não somente Cristo, como também tudo que há nele, recebê-lo e
experimentá-lo de modo surpreendente, nas horas oportunas, em tempos mais
tardios do que havíamos esperado. As divinas interrupções de Deus, que são
bênçãos e distribuições de sua benignidade para conosco, devem alimentar em nós
a gratidão. Assim, nossas orações devem expressar essa gratidão, para que
estejamos conscientes da benignidade e da bondade do Senhor.
Mesmo quando não conseguimos ver a mão de Deus,
conforme diz o ditado, podemos confiar em seu coração, porque sabemos que Deus
é bom, e somos gratos por sua bondade. Isso nos impulsiona a orar e perseverar,
e volta a nós em amor a Cristo, nosso Salvador, Deus nosso Pai e o Espírito,
nosso Consolador.
THABITI ANYABWILE, pastor da First Baptist
Church, em Grand Cayman, nas Ilhas Cayman.
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| Você é o nosso convidado! |
ORAÇÃO: “Pai
amado, aproximamo-nos de ti em nome de teu Filho amado. Dá-nos perseverança em
oração, mesmo quando não vemos imediatamente as respostas. Permita que creiamos
que tu não negas a nós nenhum bem, e confiemos em que impedirás aquilo que
buscamos que nos faz mal. Teus caminhos são mais altos do que os nossos, e
confiamos nossos pedidos à tua soberana benignidade. Amém.”
Catecismo Nova Cidade, Pergunta 39, Ministério
Fiel
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
O que é a oração?
A oração é
derramar nossos corações a Deus em louvor, petição, confissão de pecado e ações
de graças.
SALMO 62.8
Confiai
nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração. Deus é
o nosso refúgio.
COMENTÁRIO JOHN PIPER
A oração é o
meio de andar pelo Espírito. A oração é o jeito de andar pela fé. Em outras
palavras, é o fôlego da vida cristã o dia todo. Simplesmente inspire e expire.
É o modo como vivemos.
Deixe-me
ilustrar com quatro elementos do
catecismo: confissão, petição, louvor e gratidão. Recomendo que, a qualquer
hora em que você enfrente uma situação do tipo Preciso de ajuda aqui, faça-o em
oração, usando esses quatro elementos.
Suponhamos
que eu tenha de falar diante de um grupo, e que esteja nervoso (você escolhe
seu próprio desafio particular). Quando o momento vai-se aproximando, indago:
“Será que vou conseguir? Vou me lembrar do que tenho de dizer? Vou passar por
tolo?” Nesse momento, confesso a Deus minha necessidade. Digo: “Senhor, eu sou
pecador. Não mereço tua ajuda, mas tenho necessidade de ti. Nada posso fazer
sem ti”. Esse é o passo de confissão na
oração.
Em seguida,
transformo minha confissão em petição. “Senhor, por favor, me ajuda. Preciso de
memória. Necessito de articulação. Necessito do espírito certo. Preciso de
humildade. Preciso olhar nos olhos das pessoas. Necessito de todas essas
coisas. Quero ajudar os meus ouvintes, mas não tenho, em mim mesmo, tudo aquilo
de que necessitam. Ajuda-me”. Esse é o passo de petição da oração. Um clamor por socorro.
Preciso,
então, estender a mão e tomar para mim algo sobre Deus que será digno de meu
louvor e digno da minha confiança. Como Deus diz: “Não temas, porque eu sou
contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo,
e te sustento com a destra da minha justiça” (Is 41.10). Eu tomo posse dessa
promessa, desse poder, desse amor, dessa misericórdia, e me firmo nela. Eu
confio nele e o louvo. “Tu, ó Senhor, podes me ajudar. Confio em ti para essa
ajuda. Eu te louvo porque o Senhor é Deus disposto e capaz de me ajudar!” É o
passo de confiança e louvor da oração.
Então, dou a
minha palestra, confiando nele. Quando tiver terminado, não importa meu
desempenho, eu agradeço. Como confiei nele para me ajudar, creio que ele usará
meu esforço, não obstante o que penso sobre ter ido bem ou não. “Obrigado,
Senhor!” Esse é o passo de gratidão na
oração.
Ali estão —
quatro palavras-chave.
Primeiro,
continuamente confesse a necessidade ao Senhor: “Preciso de ti”.
Segundo,
clame em petição: “Ajuda-me”.
Terceiro, aproprie-se das promessas de Deus com
confiança e louvor por ele cumpri-las.
Então,
quando ele o ajuda, expresse isso e diga: “Obrigado”.
Esses são o
ritmo e o fôlego da vida cristã.
ORAÇÃO
"Nosso Grande
Refúgio, somos gratos por nos chamar para a oração. Tu não estás longe; estás
sempre perto e nos ouves quando oramos. Permita que derramemos nossos corações
sem cessar em ti. Que oremos sem enganos, trazendo nosso verdadeiro ser diante
de teu trono de graça. Amém."
Fonte: Catecismo
Nova Cidade, pergunta 35, Ministério Fiel
quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Convite aos amigos que desejam CRESCER NA ORAÇÃO
Desde 2011, tenho tido o grande privilégio de participar de um movimento mobilizador da Igreja de Cristo para a oração e a missão de Deus aos que mais necessitam. Como comunidade do reino de Deus, guiada pelo Espírito Santo, toda igreja ora, ou pelo menos deveria orar; Mas nem toda igreja é dedicada à oração. E, de fato, nem todo cristão desfruta de intimidade e frutos em sua vida de oração.
Reconhecendo esta profunda necessidade da família espiritual de nossos dias, convido você e seus amigos de caminhada para o IGNITE 2018. Será um momento muito especial de renovação e crescimento na fé viva e transformadora. Será também uma grande honra receber nossos amigos de caminhada de diversas comunidades cristãs, servindo-os no desfrutar renovador da comunhão e, principalmente, da intimidade que encontra Cristo e avança Seu reino.
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| https://www.collegeofprayer.org/ignite-brasil.html |
Os nossos experientes facilitadores serão Jon Mitchell e David Jones. Louvo ao Senhor pela dedicação e alegria destes servos que tem abençoado a muitos ministrando os princípios da Escola de Oração ao redor do mundo para a revitalização da Igreja e a proclamação da Boa Notícia do Evangelho.
A Conferência IGNITE terá o tema: "Do Cenáculo às Nações" e os encontros se basearão em três princípios básicos da Escola de Oração: Inspiração - tempo adoração que encontra a presença manifesta; Instrução - direção e encorajamento da Palavra que gera vida; E, Interação - oração uns pelos outros e edificação mútua.
Seja bem-vindo à caminhada dos discípulos que desejam de coração pedir: "Senhor, ensina-nos a orar!"
Pr. Zé
sábado, 11 de agosto de 2018
REINO de Deus & Futebol
“Nem se dirá: ‘Aqui está ele’, ou
‘Lá está’; porque o Reino de Deus está entre vocês”. (Lucas 17:21)
Ao examinarmos os Evangelhos, é possível perceber com clareza que o reino de Deus é
o centro da mensagem de Jesus. A frase
ocorre quase 50 vezes em Mateus, 16 vezes em Marcos, cerca de 40 vezes em
Lucas, e três vezes em João. O reinado de Deus é o “fato” que alimenta e motiva
sua atuação e proclamação, está, portanto, no centro de sua missão. Sua própria
vida está decisivamente formada pela expectativa do Reino de Deus; Sua vida é
celebração deste Reino e exemplo de como viver nele, ou seja, seu modo de ser e
agir também são reveladores do reino de Deus.
Ao
longo do tempo, o Reino de Deus se desenvolve como
preparativo do advento. Na história dos
israelitas, que ansiavam a libertação de toda opressão, assim como receberam a
libertação do Egito. Sua compreensão começa com o messianismo judaico, passa
pelos livros apocalípticos velho-testamentários e permanece viva através de
João Batista no deserto.
Em
Jesus, este Reino esperado é proclamado e vivido. Na busca de ensinar àqueles
que o seguem, Jesus de modo pedagógico se utiliza de parábolas fazendo-os
intuir o que era o Reino de Deus e as consequências de entrar na sua
dinâmica. Jesus, não explica diretamente o que é o Reino de Deus, mas mostra com
exemplos. Seus gestos de acolhimento aos necessitados, cura aos enfermos. Sua
prática de estar junto e trazer dignidade àqueles de quem ninguém se importa, é
sinal que o Reino já chegou e age através de Jesus e de todos (as) acolhem sua
proposta. Diante
disso, todos (as) que foram acolhidos pelo amor de um Deus misericordioso e
bom, que nos amou primeiro e incondicionalmente a ponto de enviar o seu único
Filho para morrer a nossa morte para nos dar vida e vida plena.
QUAL É A RELAÇÃO DO REINO DE DEUS E
O FUTEBOL?
Consta que Charles
Miller, um brasileiro que estudava na Inglaterra e lá teve contato com o
futebol e, em 1894, trouxe uma bola e um conjunto de regras para o Brasil. A
primeira partida de futebol no Brasil foi realizada em São Paulo, no dia 14 de
abril de 1895. O
futebol tornou-se um esporte tão cosmopolita que suas regras são aplicáveis há tanto
tempo e em países e contextos tão diferentes e ainda assim, todos o entendem,
como uma língua universal, como paixão global.
Uma
bola. Vinte e dois atletas em campo. Estádios lotados. O planeta ligado no
espetáculo esportivo que une nações e supera desigualdades. Na Copa do Mundo,
futebol é assim. São 32 países dos cinco continentes, entrelaçando raças,
culturas, idiomas, formando um mosaico amplo, onde nações se unem, superando as
diferenças.
E
justamente analisando e vivenciando o futebol e sua capacidade de envolver pessoas de
diferentes nações, tribos, povos e línguas, surge a organização missionária
cristã Ambassadors Football que busca difundir as Boas Novas de Jesus para o
mundo todo por meio da plataforma do futebol.
Ambassadors Football desde 1990
Em
1990, o Ambassadors Football começou com o nome Ambassadors In Sport (AIS) em
Bolton, Inglaterra. Eles continuaram trabalhando sob AIS até 2013, no qual eles
mudaram para o nome atual. O ministério foi fundado por um grupo chamado
Atletas Missionários Internacionais e o objetivo desde o início era focado em
formar parcerias com igrejas e organizações cristãs para desenvolver programas
de futebol.
Ambassadors
Football no Brasil procura ajudar a equipar as igrejas para cumprir o chamado
de Deus de fazer discípulos de todas as nações usando o futebol como uma
ferramenta para o ministério.
O Ambassadors brasileiro tem sido muito ativo através de viagens de
curto prazo, tendo enviado equipes missionárias para Irlanda, Chile,
África e Sérvia para ajudar esses ministérios em nível local. O Brasil forneceu também assistência no estabelecimento do trabalho de Futebol dos
Embaixadores no Chile.
Hoje
o trabalho é realizado por meio de acampamentos de futebol, clínicas, programas
penitenciários e escolares, missões transculturais de curto prazo e
projetos (equipes masculinas e
femininas). O trabalho é feito, principalmente através do treinamento para o ministério de futebol chamado TREC - Training
Resourcing and Equipping Churches, uma vez por ano. O objetivo é ver o Evangelho de Jesus transformando indivíduos e comunidades através do
ministério do futebol.
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| Clínicas e torneios de futebol com um propósito |
Diante
dos dados supramencionados constatamos que crianças e adolescentes apresentam
em uma fase em que é possível utilizar o seu processo de aprendizagem a seu
favor e dessa maneira imbuí-los de valores morais, éticos e sociais independente
de sua classe social. Verificamos que os projetos missionários utilizando a
modalidade do futebol, têm como objetivo claro de integrar as crianças a partir
de 07 anos de idade, e também os adolescentes até 16 anos à sociedade através
do esporte, e especificamente o futebol, criando neles uma consciência de
cidadãos, uma vez que usam da disciplina, espírito coletivo, lealdade,
solidariedade, determinação e agir consciente que o futebol exige de seus
praticantes.
E essa participação se forma através
das clinicas de futebol, e isso se dá a partir do momento que lhe é mostrado a
possibilidade de transformar a sua consciência social, psicológica, física,
política e principalmente o seu senso crítico. Nós missionários e voluntários do Ambassador
Footbaall acreditamos que o futebol educa, socializa, desperta habilidades,
possibilita o desenvolvimento do intelecto, despertando a fé à medida que
compartilhamos a Palavra de Deus com esses meninos e meninas que muitas vezes
estão em situação de vulnerabilidade social, é simplesmente extraordinário ver
o que Deus tem feito em nós primeiramente, quando nos dispomos a ser os
instrumentos pelos quais nos entregamos para compartilhar a mensagem do Reino
de Deus com esses meninos e meninas, não apenas presenciamos varias vezes um
quebrantamento vindo do Pai celestial, como conversões genuínas de famílias
inteiras.
Sendo assim, o esporte além de
melhorar a saúde e reduzir o estresse, é considerado como manifestação cultural
e elemento disciplinador, contribuindo para o aprendizado para viver em
sociedade, aceitar os desiguais, perdendo ou ganhando. Tendo esses valores como referência, podemos dizer que o
esporte proporciona a possibilidade de reunir pessoas independentes da classe
social, religião, cor, sexo, ou seja, as pessoas aproximam-se pelo simples prazer de jogar. Deste modo, creio e constato que o futebol é uma poderosa
ferramenta de integração social e para propagação do Evangelho de Jesus Cristo.
Deus os abençoe!
Luciano Silva, é pastor e serve também ao reino como missionário-voluntário de Ambassadors apoiando Projetos na Zona Sul de São Paulo junto as igrejas Metodistas do Brasil.
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